Sumário
Capítulo III
Apresentação – O químico
pela UNIFAVENI
III – 18. Apresentação.
III – 18. 1. PERFIL DOS FORMANDOS.
III – 18. 1.1. O Licenciado em Química.
III – 18.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.
III – 18.2.1. Licenciados em Química.
III – 18.2.2. Com relação à compreensão da Química
III – 18.2..3. Com relação à busca de informação e
à comunicação e expressão.
III – 18.2.4. Com relação ao ensino de Química.
III – 18.2..5. Com relação à profissão.
III – 19. Legitimidade. Legalidade. Credibilidade e
história da evolução do Centro Universitário UNIFAVENI.
III – 19. 1. Introdução ao breve histórico
Institucional.
III – 19.2. Curso Licenciatura em Química.
III – 19.2.1. Do curso. QUÍMICA – LICENCIATURA EAD.
III – 19.2.1.1. Objetivo Geral do Curso.
III – 19.2.1.2. Objetivos Específicos.
III – 19.2.1.3. Grade Curricular.
III – 19.2.1.3.1. GGRUPO I – CONTEÚDOS ESPECÍFICOS
PARA O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO
III – 19.2.1.3.4. Avaliações junto ao MEC.
III – 19.2.1.3.5. Reconhecimento do Curso
Licenciatura em Química.
III – 20. UNIFAVENI - MISSÃO, VALORES E OBJETIVOS
DA INSTITUIÇÃO.
III – 20.1. Missão.
III – 21. Profissão. Químico.
III – 21.1. Licenciatura em Química – Modalidade a
Distância.
III – 21.1.1. Exercício da Profissão.
III – 21.1.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do
profissional da Química:
III – 21.1.3. Exercício da Profissão – CRQ Resoluções Normativas.
III – 21.2.1. ATIVIDADES ACÂDEMICAS COMPLEMENTARES.
III – 21.2.2. Relevância e fundamentação.
III – 21.2.3. Da obrigatoriedade das ATC.
III – 21.2.4. ASPECTOS FORMAIS DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
COMPLEMENTARES.
III – 21.2.4.1. Modalidade Acadêmica.
III – 21.2.4.2 – Visitação técnica em uma “empresa
Engarrafamento de Água Mineral”.
III – 21.2.4.2.1. Aproveitamento integral deste
relatório. Aspecto jurídico formal.
III – 21.2.4.2.1.1. Quaisquer outras atividades que
o discente considere
III – 21.2.4.2.1.2. Compete ao coordenador do
curso.
III – 21.2.4.2.1.3.
Apresentação de relatórios.
III – 21.2.4.2.1.4. Atividades complementares
Resumo da apresentação de Negócio
III – 21.2.4.2.1.4.1. Introito.
III – 21.3. UM PLANO DE NEGÓCIO.
III – 21.3.1. Repete-se que nas funções do
exercício da profissão de químico.
III – 21.4. ANTEPROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM
PROJETO NA INDÚSTRIA QUÍMICA.
III – 21.4.1. Apresentação de Negócio. Uma empresa
de Engarrafamento de Água Mineral.
III – 21.4.2 - ASPECTOS TELEOLÓGICOS
- Montar Uma Fábrica De Água
Mineral.
III – 21.4.2.1 - Neste relatório.
III – 21.4.3. DIRETRIZES .
III –
21.4.4. Água mineral envasada terá o selo do Inmetro.
III – 21.4.4.1. As principais normas.
III – 21.4.4.2. Mercado.:
III – 21.4.4.2.1 - Mercado consumidor.
III – 21.4.4.2.2 - Mercado concorrente.
III – 21.4.4.2.3 - Mercado fornecedor.:
III – 21.4.4.2.3.1 - Oportunidades.
III – 21.4.4.2.3.2 - Ameaças.
III – 21.4.4.2.3.3. Localização.
III – 21.4.4.2.3.4. Exigências Legais e Específicas
III – 21.4.4.2.3.4.1 - Para abertura e registro da
empresa.
III – 21.4.4.2.3.4.2 – Importante.
III – 21.4.4.2.3.4.3 - Demais legislações e acordos
relacionados à atividade
III – 21.4.4.2.3.4.4 -Entre os decretos e
resoluções mais relevantes. =
III – 21.4.4.2.3.4.5. Estrutura.
III – 21.4.4.2.3.4.6. Pessoal.
III – 21.4.4.2.3.4.7. Equipamentos.
III – 21.4.4.2.3.4.8. Matéria Prima/Mercadoria.
III – 21.4.4.2.3.4.9. Organização do Processo
Produtivo.
III – 21.4.4.2.3.4.10. Automação.
III – 21.4.4.2.3.4.11. Canais de Distribuição.
III – 21.4.4.2.3.4.12. Investimentos.
III – 21.4.4.2.3.4.13. Capital de Giro.
III – 21.4.4.2.3.4.14. Custos.
III – 21.4.4.2.3.4.15. Diversificação/Agregação de
Valor.
III – 21.4.4.2.3.4.16. Divulgação.
III – 21.4.4.2.3.4.17. Informações Fiscais e
Tributárias.
III – 21.4.4.2.3.4.18. Eventos.
III – 21.4.4.2.3.4.19. Normas Técnicas.
III – 21.4.4.2.3.4.20. Glossário.
III – 21.4.4.2.3.4.21. Dicas de Negócio.
III – 21.4.4.2.3.4.22. Características Específicas do Empreendedor.
III – 21.4.4.2.3.4.23. Fonte de Recurso.
III – 21.4.4.2.3.4.24. Planejamento Financeiro.
III – 21.4.4.2.3.4.24.1 - FLUXO DE CAIXA.
III – 21.4.4.2.3.4.24.2 - PRINCÍPIO DA ENTIDADE.
III – 21.4.4.2.3.4.24.3 - DESPESAS.
III – 21.4.4.2.3.4.24.4 - RESERVAS/PROVISÕES.
III – 21.4.4.2.3.4.24.5 - EMPRÉSTIMOS.
III – 21.4.4.2.3.4.24.6 - OBJETIVOS.
III – 21.4.4.2.3.4.24.7 - UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES.
III – 21.4.4.2.3.4.25 - Produtos e Serviços –
Sebrae.
III – 21.4.4.2.3.4.25.1 - Para quem quer inovar.
III – 21.4.4.2.3.4.25.2 - Para quem busca
informações.
III – 22. – Iconografia Contextualizada.
III – 23. – Site direcionado para o Curso.
III -24. – Referência Constitucional ao meio ambiente.
III – 18. Apresentação.
Tomando como referência o MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Conselho Nacional de Educação / Câmara de
Educação Superior UF: DF ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Química RELATOR (A): Francisco César de Sá Barreto (Relator), Carlos
Alberto Serpa de Oliveira, Roberto Claudio Frota Bezerra PROCESSO(S) N.º(S):
23001.000320/2001-44 PARECER N.º: CNE/CES 1.303/2001 COLEGIADO: CES APROVADO
EM: 06/11/2001) o Licenciado em Química é um profissional com formação sólida e
abrangente em Química, com habilitação para a docência no ensino fundamental e
médio, além do exercício de funções técnicas.
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2001/pces1303_01.pdf
Ao concluir o curso, o licenciado em química estará
capacitado para:
1. Compreender
os conceitos, leis e princípios da Química;
2. Desenvolver
processos de ensino-aprendizagem aplicados à área da química;
3. Utilizar
técnicas básicas em laboratórios químicos;
4. Identificar
as propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que
possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico, aspectos de
reatividade, mecanismos e estabilidade;
5. Acompanhar
e compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais;
6. Atuar
em atividades que envolvam transformação de matérias-primas e produtos.
No CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI o ingresso do
subscritor deu-se na modalidade “Processo Seletivo de estudantes de segunda
graduação, categoria já diplomado em outra formação universitária”.
Diretrizes Curriculares para os cursos de Química,
bacharelado e licenciatura plena.
Especificamente o licenciado em química pelo CENTRO
UNIVERSITARIO UNIFAVENI TEM COM BASE NAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA CURSOS DE
QUÍMICA, LICENCIATURA PLENA:
III – 18. 1. PERFIL DOS FORMANDOS.
III – 18. 1.1. O
Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente em
conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação
pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na
atuação profissional como educador na educação fundamental e média.
III – 18.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES.
III – 18.2.1. Licenciados em Química.
Com relação à formação pessoal.
1. Possuir conhecimento
sólido e abrangente na área de atuação, com domínio das técnicas básicas de
utilização de laboratórios, bem como dos procedimentos necessários de primeiros
socorros, nos casos dos acidentes mais comuns em laboratórios de Química.
2. Possuir capacidade
crítica para analisar de maneira conveniente os seus próprios conhecimentos;
assimilar os novos conhecimentos científicos e/ou educacionais e refletir sobre
o comportamento ético que a sociedade espera de sua atuação e de suas relações
com o contexto cultural, socioeconômico e político.
3. Identificar os
aspectos filosóficos e sociais que definem a realidade educacional.
4. Identificar o
processo de ensino/aprendizagem como processo humano em construção.
5. Ter uma visão
crítica com relação ao papel social da Ciência e à sua natureza epistemológica,
compreendendo o processo histórico-social de sua construção. • Saber trabalhar
em equipe e ter uma boa compreensão das diversas etapas que compõem uma
pesquisa educacional.
6. Ter interesse
no auto-aperfeiçoamento contínuo, curiosidade e capacidade para estudos
extra-curriculares individuais ou em grupo, espírito investigativo,
criatividade e iniciativa na busca de soluções para questões individuais e
coletivas relacionadas com o ensino de Química, bem como para acompanhar as
rápidas mudanças tecnológicas oferecidas pela interdisciplinaridade, como forma
de garantir a qualidade do ensino de Química.
7. Ter formação
humanística que permita exercer plenamente sua cidadania e, enquanto
profissional, respeitar o direito à vida e ao bem estar dos cidadãos.
8. Ter
habilidades que o capacitem para a preparação e desenvolvimento de recursos
didáticos e instrucionais relativos à sua prática e avaliação da qualidade do
material disponível no mercado, além de ser preparado para atuar como
pesquisador no ensino de Química.
III – 18.2.2. Com relação à compreensão da Química
1.
Compreender os
conceitos, leis e princípios da Química.
2.
Conhecer as
propriedades físicas e químicas principais dos elementos e compostos, que
possibilitem entender e prever o seu comportamento físico-químico, aspectos de
reatividade, mecanismos e estabilidade.
3.
Acompanhar e
compreender os avanços científico-tecnológicos e educacionais.
4.
Reconhecer a
Química como uma construção humana e compreender os aspectos históricos de sua
produção e suas relações com o contexto cultural, socioeconômico e político.
III – 18.2..3. Com relação à busca de informação e à comunicação e
expressão.
1.
Saber
identificar e fazer busca nas fontes de informações relevantes para a Química,
inclusive as disponíveis nas modalidades eletrônica e remota, que possibilitem
a contínua atualização técnica, científica, humanística e pedagógica.
2.
Ler,
compreender e interpretar os textos científico-tecnológicos em idioma pátrio e
estrangeiro (especialmente inglês e/ou espanhol).
3.
Saber
interpretar e utilizar as diferentes formas de representação (tabelas,
gráficos, símbolos, expressões, etc.).
4.
Saber escrever
e avaliar criticamente os materiais didáticos, como livros, apostilas,
"kits", modelos, programas computacionais e materiais alternativos.
5.
Demonstrar bom
relacionamento interpessoal e saber comunicar corretamente os projetos e
resultados de pesquisa na linguagem educacional, oral e escrita (textos,
relatórios, pareceres, "posters", internet, etc.) em idioma pátrio.
III – 18.2.4. Com relação ao ensino de Química.
1.
Refletir de
forma crítica a sua prática em sala de aula, identificando problemas de
ensino/aprendizagem.
2.
Compreender e
avaliar criticamente os aspectos sociais, tecnológicos, ambientais, políticos e
éticos relacionados às aplicações da Química na sociedade.
3.
Saber
trabalhar em laboratório e saber usar a experimentação em Química como recurso
didático.
4.
Possuir
conhecimentos básicos do uso de computadores e sua aplicação em ensino de
Química.
5.
Possuir
conhecimento dos procedimentos e normas de segurança no trabalho.
6.
Conhecer
teorias psicopedagógicas que fundamentam o processo de ensino-aprendizagem, bem
como os princípios de planejamento educacional.
7.
Conhecer os
fundamentos, a natureza e as principais pesquisas de ensino de Química.
8.
Conhecer e
vivenciar projetos e propostas curriculares de ensino de Química.
9.
Ter atitude
favorável à incorporação, na sua prática, dos resultados da pesquisa
educacional em ensino de Química, visando solucionar os problemas relacionados
ao ensino/aprendizagem.
III – 18.2..5. Com relação à profissão.
1.
Ter
consciência da importância social da profissão como possibilidade de desenvolvimento
social e coletivo.
2.
Ter capacidade
de disseminar e difundir e/ou utilizar o conhecimento relevante para a
comunidade.
3.
Atuar no
magistério, em nível de ensino fundamental e médio, de acordo com a legislação
específica, utilizando metodologia de ensino variada, contribuir para o
desenvolvimento intelectual dos estudantes e para despertar o interesse
científico em adolescentes; organizar e usar laboratórios de Química; escrever
e analisar criticamente livros didáticos e paradidáticos e indicar bibliografia
para o ensino de Química; analisar e elaborar programas para esses níveis de
ensino.
4.
Exercer a sua
profissão com espírito dinâmico, criativo, na busca de novas alternativas
educacionais, enfrentando como desafio as dificuldades do magistério.
5.
Conhecer
criticamente os problemas educacionais brasileiros.
6.
Identificar no
contexto da realidade escolar os fatores determinantes no processo educativo,
tais como o contexto socioeconômico, política educacional, administração
escolar e fatores específicos do processo de ensino-aprendizagem de Química.
7.
Assumir
conscientemente a tarefa educativa, cumprindo o papel social de preparar os
alunos para o exercício consciente da cidadania
8.
Desempenhar
outras atividades na sociedade, para cujo sucesso uma sólida formação universitária
seja importante fator.
III – 19. Legitimidade. Legalidade. Credibilidade e história da evolução
do Centro Universitário UNIFAVENI.
III – 19. 1. Introdução ao breve histórico Institucional.
O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, com sede no município de Guarulhos, Estado de
São Paulo, é um estabelecimento privado de ensino superior, mantido pelo
UNIFAVENI CENTRO UNIVERSITARIO FAVENI LTDA., pessoa jurídica de direito privado
com fins lucrativos, com sede e foro no município de Guarulhos, Estado de São
Paulo.
a) Em 2002 foi credenciada a Faculdade de Tecnologia
Eniac – FAPI, mantida pela EDVAC Serviços Educacionais Ltda., pela Portaria nº
3.541 de 13/12/2002, publicada no DOU de 16/12/2002. Em 2016, foi recredenciada
pela Portaria nº 1.209 de 26/10/2016, publicada em 28/10/2016.
b) No ano de 2017 a FAPI foi credenciada como Centro
Universitário Eniac, conforme Portaria nº 285 de 06/03/2017, publicada no DOU
de 07/03/2017.
c) Em 2018, obteve o credenciamento provisório para a
oferta de educação à distância pela Portaria nº 370 de 20/04/2018, publicada no
DOU de 24/04/2018.
d) No mesmo ano foi credenciado para EaD, conforme
Portaria nº 1.261 de 28/11/2018, publicada no DOU de 29/11/2018.
e) No ano de 2019 foi aprovada a alteração de
denominação da IES pela Resolução nº 12.019 de 27/06/2019, publicada em
27/06/2019, passando o Centro Universitário Eniac a denominar-se então CENTRO
UNIVERSITÁRIO FAVENI – UNIFAVENI.
f) No mesmo ano foi realizada a transferência de
mantença para UNIFAVENI CENTRO UNIVERSITARIO FAVENI LTDA.
g) O CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI possui autorização
governamental para ministrar diversos cursos universitários, entre eles(cursos
de graduação, em atividade no Cadastro e-MEC) BIOLOGIA (LICENCIATURA, EAD); FÍSICA
(LICENCIATURA, EAD); e QUÍMICA (LICENCIATURA, EAD).
h) No campo da pós-graduação, o CENTRO UNIVERSITÁRIO
FAVENI oferece cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de conhecimento de
sua atuação na graduação BIOLOGIA; FÍSICA; QUÍMICA, etc.
O Diplomado, licenciado pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO
UNIFAVENI deve, concluir um curso com carga horária de 3280 horas. O Licenciado em Química deve ter
formação generalista, mas sólida e abrangente em conteúdos dos diversos campos
da Química, preparação adequada à aplicação pedagógica do conhecimento e
experiências de Química e de áreas afins na atuação profissional como educador
na educação fundamental e média.
III – 19.2. Curso Licenciatura em Química.
O Curso de Licenciatura
em Química tem como objetivo geral proporcionar ao licenciado, conhecimentos
científicos e didático-pedagógicos das áreas da Química e afim e área da
Educação. Esses conhecimentos e habilidades são necessários objetivando a
“atuação” do professor de Química em diferentes instituições e espaços
educativos.
III – 19.2.1. Do curso. QUÍMICA – LICENCIATURA EAD.
O Curso tem duração de
3280 horas. O Licenciado em Química deve ter formação generalista, mas sólida e
abrangente em conteúdos dos diversos campos da Química, preparação adequada à aplicação
pedagógica do conhecimento e experiências de Química e de áreas afins na
atuação profissional como educador na educação fundamental e média.
III – 19.2.1.1. Objetivo Geral do Curso.
O Curso de Licenciatura
em Química tem como objetivo geral proporcionar ao licenciado, conhecimentos
científicos e didático-pedagógicos das áreas da Química e afins e área da
Educação. Esses conhecimentos e habilidades são necessários para sua atuação
como professor de Química em diferentes instituições e espaços educativos.
III – 19.2.1.2. Objetivos Específicos.
ü Adotar
princípios e metodologias de uma Escola Humanista;
ü Aproveitar
de seu aluno, certamente advindo de diferentes categorias socioeconômicas,
especialmente aquelas oriundas do ensino público, a natural vivência pessoal
com o conflito, a determinação para o trabalho e a vocação para a superação de
obstáculos;
ü Transmitir
os conteúdos fundamentais, profissionalizantes e práticos, contextualizados a
partir da realidade, sempre tendo como objetivo a solução dos problemas mais
recorrentes da sociedade;
ü Estimular
a habilidade lógica do futuro egresso, tendo como referência o domínio das
técnicas da contemporânea, privilegiando-se a intelecção, em vez de a simples
memorização;
ü Desenvolver
a capacidade de comunicação do aluno, tanto nas peças técnicas quanto nos
demais campos do trabalho, por meio de disciplinas específicas, utilizando-se
uma estratégia metodológica transversal a toda a grade curricular;
ü Propiciar
ao aluno, na própria instituição, o contato direto com o mundo profissional e
acadêmico;
ü Fomentar
o engajamento ético-social do estudante do CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI,
estimulando-o, permanentemente, por meio das atividades extracurriculares de
extensão e de pesquisa, com a finalidade de fazê-lo sentir, no campo real, o
seu potencial de agente transformador da sociedade;
ü Transformar
o aluno do CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI de espectador em agente transformador da
realidade social.
III – 19.2.1.3. Grade Curricular.
III – 19.2.1.3.1. GGRUPO I –
CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA O
CONHECIMENTO PEDAGÓGICO
2ª
LICENCIATURA EM QUÍMICA
EMENTA
DO CURSO
INFORMATIVO
DO CURSO 2ª LICENCIATURA
INFORMATIVO
DO CURSO 2ª LICENCIATURA / FORMAÇÃO DE DOCENTES
GRUPO I – CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA
O CONHECIMENTO PEDAGÓGICO
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA
APRENDIZAGEM
1.
APOSTILA COMPLETA - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO
E DA APRENDIZAGEM
2.
➜VIDEOAULAS
- PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA APRENDIZAGEM
3.
QUESTIONÁRIO I - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E
DA APRENDIZAGEM
4.
QUESTIONÁRIO II - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E
DA APRENDIZAGEM
5.
ARTIGO - PSICOLOGIA POSITIVA E RESILIÊNCIA
6.
LIVRO - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA
APRENDIZAGEM
7.
FILMES - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E DA
APRENDIZAGEM
8.
FÓRUM
I
9.
FÓRUM
II
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
10.
➜
APOSTILA COMPLETA - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
11.
➜
VIDEOAULAS - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
12.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 01
13.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 02
14.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 03
15.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 04
16.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 05
17.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 06
18.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 07
19.
➜
MATERIAL INTERATIVO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - AULA 08
20.
➜
ARTIGO I - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
21.
➜
ARTIGO II - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
22.
➜
ARTIGO III - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
23.
➜
LIVRO - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
24.
➜
VÍDEOS - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
25.
- QUESTIONÁRIO I - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
26.
- QUESTIONÁRIO II - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
27. FÓRUM I
28. FÓRUM II
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS
29.
APOSTILA COMPLETA - MULTICULTURALISMO E
DIREITOS HUMANOS
30.
➜
VIDEOAULAS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS
31.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO
32.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO
33.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO
34.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO
35.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO
36.
MULTICULTURALISMO E DIREITOS HUMANOS -
Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO
37.
QUESTIONÁRIO I - MULTICULTURALISMO E
DIREITOS HUMANOS
38.
QUESTIONÁRIO II - MULTICULTURALISMO E
DIREITOS HUMANOS
39.
ARTIGO - MULTICULTURALISMO E DIREITOS
HUMANOS
40.
ARTIGO - MULTICULTURALISMO, DIVERSIDADE E
DIREITOS HUMANOS
41.
LIVROS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS
HUMANOS
42.
VÍDEOS - MULTICULTURALISMO E DIREITOS
HUMANOS
43. FÓRUM I
44. FÓRUM II
45.
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
46.
➜
APOSTILA COMPLETA - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
47.
➜
VIDEOAULAS - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
48.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 01
49.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 02
50.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 03
51.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 04
52.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 05
53.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 06
54.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 07
55.
➜
MATERIAL INTERATIVO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO - AULA 08
56.
➜
ARTIGO I - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
57.
➜
ARTIGO II - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
58.
➜
LIVRO - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
59.
➜
VÍDEOS - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
60.
- QUESTIONÁRIO I - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
61.
- QUESTIONÁRIO II - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
62. FÓRUM I
63. FÓRUM II
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
64.
➜
APOSTILA COMPLETA - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
65.
➜
VIDEOAULAS - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
66.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 01
67.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 02
68.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 03
69.
➜
MATERIAL
INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 04
70.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 05
71.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 06
72.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 07
73.
➜
MATERIAL INTERATIVO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO - AULA 08
74.
➜
ARTIGO I - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
75.
➜
LIVRO - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
76.
➜
VÍDEOS - LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
77.
- QUESTIONÁRIO I - LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTO
78.
- QUESTIONÁRIO II - LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTO
79. FÓRUM I
80. FÓRUM II
EDUCAÇÃO AMBIENTAL
81.
APOSTILA COMPLETA - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
82.
➜
VIDEOAULAS - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
83.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
84.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
85.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
86.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
87.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
88.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Aulas 51 a 60 - MATERIAL
INTERATIVO
89.
QUESTIONÁRIO I - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
90.
QUESTIONÁRIO II - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
91.
ARTIGO I - A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO
AMBIENTAL
92.
ARTIGO II - EDUCAÇÃO AMBIENTAL E
SUSTENTABILIDADE
93.
ARTIGO III - EDUCAÇÃO AMBIENTAL, QUALIDADE
DE VIDA E SUSTENTABILIDADE
94.
LIVRO - EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL
95.
VÍDEOS - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
96. FÓRUM I
97. FÓRUM II
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
98.
APOSTILA COMPLETA - PLANEJAMENTO
EDUCACIONAL
99.
➜
VIDEOAULAS - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
100.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aula 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
101.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
102.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
103.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
104.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
105.
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL - Aulas 51 a 60 -
MATERIAL INTERATIVO
106.
QUESTIONÁRIO I - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
107.
QUESTIONÁRIO II - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
108.
Artigo - A IMPORTANCIA DO PLANEJAMENTO
109.
Artigo - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
110.
LIVRO - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
111.
VÍDEOS - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
112.
FÓRUM
I
113.
FÓRUM
II
POLÍTICAS EDUCACIONAIS
114.
APOSTILA COMPLETA - POLÍTICAS EDUCACIONAIS
115.
➜
VIDEOAULAS - POLÍTICAS EDUCACIONAIS
116.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
117.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
118.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
119.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
120.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
121.
POLÍTICAS EDUCACIONAIS - Aulas 51 a 60 -
MATERIAL INTERATIVO
122.
QUESTIONÁRIO I - POLÍTICAS EDUCACIONAIS
123.
QUESTIONÁRIO II - POLÍTICAS EDUCACIONAIS
124.
ARTIGO - LEGISLAÇÃO E POLÍTICAS PÚBLICAS
PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL
125.
ARTIGO - POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS,
CONCEITO E CONTEXTUALIZAÇÃO
126.
ARTIGO - POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS
127.
LIVROS - POLITICAS EDUCACIONAIS
128.
VÍDEOS - POLITICAS EDUCACIONAIS
129.
FÓRUM
I
130.
FÓRUM
II
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO
FUNDAMENTAL
131.
APOSTILA COMPLETA - EDUCAÇÃO INFANTIL E
ENSINO FUNDAMENTAL
132.
➜
VIDEOAULAS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL
133.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO
134.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO
135.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO
136.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO
137.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO
138.
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL -
Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO
139.
QUESTIONÁRIO I - EDUCAÇÃO INFANTIL E
ENSINO FUNDAMENTAL
140.
QUESTIONÁRIO II - EDUCAÇÃO INFANTIL E
ENSINO FUNDAMENTAL
141.
ARTIGO - ENSINO FUNDAMENTAL DO BRASIL
142.
ARTIGO - O REPENSAR DA EDUCAÇÃO NO BRASIL
143.
ARTIGO - EDUCAÇÃO INFANTIL
144.
LIVROS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO
FUNDAMENTAL
145.
VIDEOS - EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO
FUNDAMENTAL
146.
FÓRUM
I
147.
FÓRUM
II
DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO
148.
APOSTILA COMPLETA - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL
DE GÊNERO
149.
➜
VIDEOAULAS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE GÊNERO
150.
QUESTIONÁRIO I - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL
DE GÊNERO
151.
QUESTIONÁRIO II - DIVERSIDADE ÉTNICO
RACIAL DE GÊNERO
152.
ARTIGO - DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL:
CONCEITOS E REFLEXÕES NA ESCOLA
153.
LIVROS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE
GÊNERO
154.
VÍDEOS - DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL DE
GÊNERO
155.
LIBRAS
156.
APOSTILA COMPLETA - LIBRAS
157.
➜
VIDEOAULAS - LIBRAS
158.
LIBRAS - Aulas 01 a 10 - MATERIAL
INTERATIVO
159.
LIBRAS - Aulas 11 a 20 - MATERIAL
INTERATIVO
160.
LIBRAS - Aulas 21 a 30 - MATERIAL
INTERATIVO
161.
LIBRAS - Aulas 31 a 40 - MATERIAL
INTERATIVO
162.
LIBRAS - Aulas 41 a 50 - MATERIAL
INTERATIVO
163.
LIBRAS - Aulas 51 a 60 - MATERIAL
INTERATIVO
164.
QUESTIONÁRIO I - LIBRAS
165.
QUESTIONÁRIO II - LIBRAS
166.
ARTIGO - A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
167.
ARTIGO - O DIREITO À COMUNICAÇÃO
168.
LIVRO - LIBRAS
169.
VÍDEOS - LIBRAS
170.
FÓRUM
I
171.
FÓRUM
II
DIDÁTICA
172.
APOSTILA COMPLETA - DIDÁTICA
173.
➜
VIDEOAULAS - DIDÁTICA
174.
DIDÁTICA - Aulas 01 a 10 - MATERIAL
INTERATIVO
175.
DIDÁTICA - Aulas 11 a 20 - MATERIAL
INTERATIVO
176.
DIDÁTICA - Aulas 21 a 30 - MATERIAL
INTERATIVO
177.
DIDÁTICA - Aulas 31 a 40 - MATERIAL
INTERATIVO
178.
DIDÁTICA - Aulas 41 a 50 - MATERIAL
INTERATIVO
179.
DIDÁTICA - Aulas 51 a 60 - MATERIAL
INTERATIVO
180.
QUESTIONÁRIO I - DIDÁTICA
181.
QUESTIONÁRIO II - DIDÁTICA
182.
ARTIGO - A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA
DE PROFESSORES
183.
ARTIGO - NÚCLEO DO CONHECIMENTO - EDUCAÇÃO
184.
LIVRO - DIDÁTICA Jose-carlos-libaneo_obra
185.
VÍDEOS – DIDÁTICA
186.
FÓRUM
I
187.
FÓRUM
II
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
188.
➜
APOSTILA COMPLETA - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
189.
➜
VIDEOAULAS - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
190.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 02
191.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 01
192.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 03
193.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 04
194.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 05
195.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 06
196.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 07
197.
➜
MATERIAL INTERATIVO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - AULA 08
198.
➜
ARTIGO I - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
199.
➜
ARTIGO II - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
200.
➜
LIVRO - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
201.
➜
VÍDEOS - METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA
202.
- QUESTIONÁRIO I - METODOLOGIA DA PESQUISA
CIENTÍFICA
203.
- QUESTIONÁRIO II - METODOLOGIA DA
PESQUISA CIENTÍFICA
204.
FÓRUM
I
205.
FÓRUM
II
III – 19.2.1.3.2. GGRUPO I –GRUPO II CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PARA FORMAÇÃO DO CURSO.
QUÍMICA GERAL
206.
➜
APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA GERAL
207.
➜
VIDEOAULAS - QUÍMICA GERAL
208.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 01
209.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 02
210.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 03
211.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 04
212.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 05
213.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 06
214.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 07
215.
➜
MATERIAL INTERATIVO - QUÍMICA GERAL - AULA 08
216.
➜
ARTIGO I - QUÍMICA GERAL
217.
➜
ARTIGO II - QUÍMICA GERAL
218.
➜
LIVRO - QUÍMICA GERAL
219.
➜
VÍDEOS - QUÍMICA GERAL
220.
- QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA GERAL
221.
- QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA GERAL
222.
FÓRUM
I
223.
FÓRUM
II
ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
224.
APOSTILA COMPLETA - ENSINO DE QUÍMICA E
SUA CONTEXTUALIZAÇÃO
225.
➜
VIDEOAULAS - ENSINO DE QUÍMICA E SUA CONTEXTUALIZAÇÃO
226.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 01 a 10 - MATERIAL INTERATIVO
227.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 11 a 20 - MATERIAL INTERATIVO
228.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 21 a 30 - MATERIAL INTERATIVO
229.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 31 a 40 - MATERIAL INTERATIVO
230.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 41 a 50 - MATERIAL INTERATIVO
231.
Ensino de Química e sua Contextualização -
Aula 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO
232.
QUESTIONÁRIO I - ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
233.
QUESTIONÁRIO II - ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
234.
ARTIGO I - ARTIGOS CIENTÍFICOS COMO
RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO SUPERIOR DE QUÍMICA
235.
ARTIGO II - ARTIGO CIENTÍFICO COMO TEMA DE
AULA EXPERIMENTAL
236.
LIVRO - ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
237.
VÍDEOS - ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
238.
FÓRUM
I
239.
FÓRUM
II
O CURRÍCULO DA QUÍMICA
240.
APOSTILA COMPLETA - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
241.
➜
VIDEOAULAS - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
242.
O Currículo da Química - Aula 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
243.
O Currículo da Química - Aula 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
244.
O Currículo da Química - Aula 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
245.
O Currículo da Química - Aula 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
246.
O Currículo da Química - Aula 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
247.
O Currículo da Química - Aula 51 a 60 -
MATERIAL INTERATIVO
248.
QUESTIONÁRIO I - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
249.
QUESTIONÁRIO II - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
250.
ARTIGO I - PROPOSTA CURRICULAR DE QUÍMICA
251.
ARTIGO II - CURRÍCULO DE QUÍMICA
252.
LIVRO - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
253.
VÍDEOS - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
254.
FÓRUM
I
255.
FÓRUM
II
QUÍMICA ORGÂNICA
256.
APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA ORGÂNICA
257.
Química Orgânica - Aula 01 a 10 - MATERIAL
INTERATIVO
258.
Química Orgânica - Aula 11 a 20 - MATERIAL
INTERATIVO
259.
Química Orgânica - Aula 21 a 30 - MATERIAL
INTERATIVO
260.
Química Orgânica - Aula 31 a 40 - MATERIAL
INTERATIVO
261.
Química Orgânica - Aula 41 a 50 - MATERIAL
INTERATIVO
262.
Química Orgânica - Aula 51 a 60 - MATERIAL
INTERATIVO
263.
QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA ORGÂNICA
264.
QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA ORGÂNICA
265.
ARTIGO I - ETANOL- O COMBUSTÍVEL DO BRASIL
266.
ARTIGO II - INDICADORES NATURAIS DE pH
267.
LIVRO - QUÍMICA ORGÂNICA
268.
VÍDEOS - QUÍMICA ORGÂNICA
269.
FÓRUM
I
270.
FÓRUM
II
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
271.
APOSTILA COMPLETA - CÁLCULO DIFERENCIAL E
INTEGRAL
272.
➜
VIDEOAULAS - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
273.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 01
a 10 - MATERIAL INTERATIVO
274.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 11
a 20 - MATERIAL INTERATIVO
275.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 21
a 30 - MATERIAL INTERATIVO
276.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 31
a 40 - MATERIAL INTERATIVO
277.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 41
a 50 - MATERIAL INTERATIVO
278.
Cálculo Diferencial e Integral I - Aula 51
a 60 - MATERIAL INTERATIVO
279.
QUESTIONÁRIO I - CÁLCULO DIFERENCIAL E
INTEGRAL
280.
QUESTIONÁRIO II - CÁLCULO DIFERENCIAL E
INTEGRAL
281.
ARTIGO I - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
282.
ARTIGO II - INTRODUÇÃO AO CÁLCULO
DIFERENCIAL
283.
LIVRO - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
284.
VÍDEOS - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL
285.
FÓRUM
I
286.
FÓRUM
II
BIOQUÍMICA
287.
APOSTILA COMPLETA - BIOQUÍMICA
288.
➜
VIDEOAULAS - BIOQUÍMICA
289.
Bioquímica - Aula 01 a 10 - MATERIAL
INTERATIVO
290.
Bioquímica - Aula 11 a 20 - MATERIAL
INTERATIVO
291.
Bioquímica - Aula 21 a 30 - MATERIAL
INTERATIVO
292.
Bioquímica - Aula 31 a 40 - MATERIAL
INTERATIVO
293.
Bioquímica - Aula 41 a 50 - MATERIAL
INTERATIVO
294.
Bioquímica - Aula 51 a 60 - MATERIAL
INTERATIVO
295.
QUESTIONÁRIO I - BIOQUÍMICA
296.
QUESTIONÁRIO II - BIOQUÍMICA
297.
ARTIGO I - FUNDAMENTOS DE BIOQUÍMICA PARA
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS, CIÊNCIAS DOS ALIMENTOS, AGRONÔMICAS E FLORESTAIS
298.
ARTIGO II - FUNDAMENTOS DE BIOQUÍMICA
299.
LIVROS - BIOQUÍMICA
300.
VÍDEOS - BIOQUÍMICA
301.
FÓRUM
I
302.
FÓRUM
II
FÍSICA GERAL
303.
APOSTILA COMPLETA - FÍSICA GERAL
304.
Física Geral - Aulas 01 a 10 - MATERIAL
INTERATIVO
305.
Física Geral - Aulas 11 a 20 - MATERIAL
INTERATIVO
306.
Física Geral - Aulas 21 a 30 - MATERIAL
INTERATIVO
307.
Física Geral - Aulas 31 a 40 - MATERIAL
INTERATIVO
308.
Física Geral - Aulas 41 a 50 - MATERIAL
INTERATIVO
309.
Física Geral - Aulas 51 a 60 - MATERIAL INTERATIVO
310.
QUESTIONÁRIO I - FÍSICA GERAL
311.
QUESTIONÁRIO II - FÍSICA GERAL
312.
ARTIGO I - FÍSICA MODERNA NO ENSINO MÉDIO
313.
ARTIGO II - COMO ENSINAR FÍSICA MODERNA NO
ENSINO MÉDIO
314.
LIVRO - FÍSICA GERAL
315.
VÍDEOS - FÍSICA GERAL
316.
FÓRUM
I
317.
FÓRUM
II
ESTRUTURA DA MATÉRIA
318.
APOSTILA COMPLETA - ESTRUTURA DA MATÉRIA
319.
➜
VIDEOAULAS - ESTRUTURA DA MATÉRIA
320.
Estrutura da matéria - Aula 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
321.
Estrutura da matéria - Aula 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
322.
Estrutura da matéria - Aula 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
323.
Estrutura da matéria - Aula 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
324.
Estrutura da matéria - Aula 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
325.
Estrutura da matéria - Aula 51 a 60 -
MATERIAL INTERATIVO
326.
QUESTIONÁRIO I - ESTRUTURA DA MATÉRIA
327.
QUESTIONÁRIO II - ESTRUTURA DA MATÉRIA
328.
ARTIGO I - PROPRIEDADES PERIÓDICAS
329.
ARTIGO II - LIGAÇÕES QUÍMICAS
330.
LIVRO - ESTRUTURA DA MATÉRIA
331.
VÍDEOS - ESTRUTURA DA MATÉRIA
332.
FÓRUM
I
333.
FÓRUM
II
METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE
QUÍMICA
334.
APOSTILA COMPLETA - METODOLOGIA E PRÁTICA
DE ENSINO DE QUÍMICA
335.
➜
VIDEOAULAS - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE QUÍMICA
336.
QUESTIONÁRIO I - METODOLOGIA E PRÁTICA DE
ENSINO DE QUÍMICA
337.
QUESTIONÁRIO II - METODOLOGIA E PRÁTICA DE
ENSINO DE QUÍMICA
338.
ARTIGO I - EXPLORANDO A MOTIVAÇÃO PARA
ESTUDAR QUÍMICA
339.
ARTIGO II - COTIDIANO E CONTEXTUALIZAÇÃO
NO ENSINO DE QUÍMICA
340.
LIVRO - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO DE
QUÍMICA
341.
VÍDEOS - METODOLOGIA E PRÁTICA DE ENSINO
DE QUÍMICA
342.
FÓRUM
I
343.
FÓRUM
II
QUÍMICA
ANALÍTICA
344.
APOSTILA COMPLETA - QUÍMICA ANALÍTICA
345.
➜
VIDEOAULAS - QUÍMICA ANALÍTICA
346.
Química Analítica - Aula 01 a 10 -
MATERIAL INTERATIVO
347.
Química Analítica - Aula 11 a 20 -
MATERIAL INTERATIVO
348.
Química Analítica - Aula 21 a 30 -
MATERIAL INTERATIVO
349.
Química Analítica - Aula 31 a 40 -
MATERIAL INTERATIVO
350.
Química Analítica - Aula 41 a 50 -
MATERIAL INTERATIVO
351.
Química Analítica - Aula 51 a 60 -
MATERIAL INTERATIVO
352.
QUESTIONÁRIO I - QUÍMICA ANALÍTICA
353.
QUESTIONÁRIO II - QUÍMICA ANALÍTICA
354.
ARTIGO I - APLICAÇÃO DOS MÉTODOS
VOLUMÉTRICOS
355.
ARTIGO II - EQUILÍBRIO QUÍMICO
356.
LIVRO - QUÍMICA ANALÍTICA
357.
VÍDEOS - QUÍMICA ANALÍTICA
358.
FÓRUM
I
359.
FÓRUM
II
AVALIAÇÃO
MULTIDISCIPLINAR
AVALIAÇÃO
PRESENCIAL - 2ª LICENCIATURA / FORMAÇÃO DE DOCENTES EM QUÍMICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
INSTRUÇÕES
E MÓDULOS OPERACIONAIS NO AMBITO ACADÊMICO
360.
GUIA PRÁTICO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO –
2ª LICENCIATURA E FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM FÍSICA, QUÍMICA, FILOSOFIA E
SOCIOLOGIA
361.
Manual do Estágio Supervisionado - Física,
Química, Filosofia, Sociologia
362.
Anexos - Estágio Supervisionado - Física,
Química, Filosofia, Sociologia
363.
Envio do Estágio Supervisionado - 2ª
Licenciatura em Química
364.
TERMOS DE ESTÁGIO
365.
➜
TERMO DE COMPROMISSO
366.
➜
TERMO DE CONVÊNIO
367.
ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
368.
MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
369.
Anexos - Ficha de Requerimento e Modelo de
Relatório
370.
Envio das Atividades Complementares - 2ª
Licenciatura em Química
371.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
372.
Manual de Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC)
373.
Modelo de Artigo Científico
374.
Modelo de Monografia
375.
I - Leitura Complementar para Pesquisa e
Prática do TCC
376.
II - Leitura Complementar para Pesquisa e
Prática do TCC
377.
III - Leitura Complementar para Pesquisa e
Prática do TCC
378.
Envio do TCC - 2ª Licenciatura em Química
379.
AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO POR DISCIPLINA
380.
AVALIAÇÃO FINAL - PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E
DA APRENDIZAGEM
381.
- AVALIAÇÃO FINAL - SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO
382.
AVALIAÇÃO FINAL - MULTICULTURALISMO E
DIREITOS HUMANOS
383.
- AVALIAÇÃO FINAL - FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO
384.
- AVALIAÇÃO FINAL - LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTO
385.
AVALIAÇÃO FINAL - EDUCAÇÃO AMBIENTAL
386.
AVALIAÇÃO FINAL - PLANEJAMENTO EDUCACIONAL
387.
AVALIAÇÃO FINAL - POLÍTICAS EDUCACIONAIS
388.
AVALIAÇÃO FINAL – EDUCAÇÃO INFANTIL E
ENSINO FUNDAMENTAL
389.
AVALIAÇÃO FINAL - DIVERSIDADE ÉTNICO
RACIAL DE GÊNERO
390.
AVALIAÇÃO FINAL - LÍNGUA BRASILEIRA DE
SINAIS - LIBRAS
391.
AVALIAÇÃO FINAL - DIDÁTICA
392.
- AVALIAÇÃO FINAL - METODOLOGIA DA
PESQUISA CIENTÍFICA
393.
AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA GERAL
394.
AVALIAÇÃO FINAL - ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO
395.
AVALIAÇÃO FINAL - O CURRÍCULO DA QUÍMICA
396.
AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA ORGÂNICA
397.
AVALIAÇÃO FINAL - CÁLCULO DIFERENCIAL E
INTEGRAL
398.
AVALIAÇÃO FINAL - BIOQUÍMICA
399.
AVALIAÇÃO FINAL - FÍSICA GERAL
400.
AVALIAÇÃO FINAL - ESTRUTURA DA MATÉRIA
401.
AVALIAÇÃO FINAL - METODOLOGIA E PRÁTICA DE
ENSINO DE QUÍMICA
402.
AVALIAÇÃO FINAL - QUÍMICA ANALÍTICA
III – 19.2.1.3.3. CURRÍCULO CONCLUÍDO PELO SUBSCRITOR.
Histórico
do aluno
2ª LICENCIATURA EM
QUÍMICA
https://ava.unifaveni.com.br/historico/
Disciplina Semestre/Ano Período/Série Carga horária Nota Situação
ATP: ATIVIDADES TEÓRICO-PRÁTICO 1° 200 0
AGUARDANDO CORREÇÃO
BIOQUÍMICA 1° 40 96 Aprovado
CÁLCULO DIFERENCIAL E
INTEGRAL 1° 40 90 Aprovado
DIDÁTICA 1° 40 94 Aprovado
DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL
DE GÊNERO 1° 40 98 Aprovado
EDUCAÇÃO AMBIENTAL 1° 40 94 Aprovado
EDUCAÇÃO INFANTIL E
ENSINO FUNDAMENTAL 1° 40 94 Aprovado
ENSINO DE QUÍMICA E SUA
CONTEXTUALIZAÇÃO 1° 40 96 Aprovado
ESTRUTURA DA MATÉRIA 1° 40 94 Aprovado
ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1° 300 100 Aprovado
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO 1° 40 96 Aprovado
FÍSICA GERAL 1° 40 90 Aprovado
LEITURA E PRODUÇÃO DE
TEXTO 1° 40 98 Aprovado
LIBRAS 1° 40 96 Aprovado
METODOLOGIA DA PESQUISA
CIENTÍFICA 1° 40 96 Aprovado
METODOLOGIA E PRÁTICA DE
ENSINO DE QUÍMICA 1° 40 98 Aprovado
MULTICULTURALISMO E
DIREITOS HUMANOS 1° 40 96 Aprovado
O CURRÍCULO DA QUÍMICA 1° 40 94 Aprovado
PLANEJAMENTO EDUCACIONAL 1° 40 96 Aprovado
POLÍTICAS EDUCACIONAIS 1° 40 98 Aprovado
PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO E
DA APRENDIZAGEM 1° 40 92 Aprovado
QUÍMICA ANALÍTICA 1° 40 98 Aprovado
QUÍMICA GERAL 1° 40 92 Aprovado
QUÍMICA ORGÂNICA 1° 40 92 Aprovado
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO 1° 40 96 Aprovado
TRABALHO
DE CONCLUSÃO DE CURSO 1° 20 0 AGUARDANDO CORREÇÃO
III – 19.2.1.3.4. Avaliações junto ao MEC.
São conceitos/índices
obtidos pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI nas avaliações externas:
III – 19.2.1.3.5. Reconhecimento do Curso Licenciatura em Química.
CENTRO
UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI
MEC (3294) CENTRO
UNIVERSITÁRIO FAVENI -
UNIFAVENI
LICENCIATURA EM QUÍMICA
CURSO
AUTORIZADO E RECONHECIDO PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
e-MEC -
Sistema de Regulação do Ensino Superior
Mantenedora: Lista das IES Mantidas (17427) UNIFAVENI CENTRO
UNIVERSITARIO FAVENI LTDA - CNPJ: 25.106.814/0001-36
- Natureza Jurídica: Sociedade
Empresária Limitada - Representante Legal: LEANDRO
XAVIER TIMOTEO ( REPRESENTANTE LEGAL ) -
(Código)
Grau: (1451121) Licenciatura em
QUÍMICA
Modalidade:
Educação a Distância



Centro Universitário Faveni ‹ Fazer login (unifaveni.com.br)
III – 20. UNIFAVENI - MISSÃO, VALORES E
OBJETIVOS DA INSTITUIÇÃO.
O CENTRO UNIVERSITÁRIO
FAVENI tem por missão “consolidar a formação cidadã do indivíduo
para direcioná-lo ao sucesso social e profissional com ética, solidez
conceitual e olhar para o amparo ao próximo”.
A missão do CENTRO
UNIVERSITÁRIO FAVENI descreve os principais fundamentos da instituição de
ensino superior.
Primeiramente, a
importância à atividade fundamental de instituições educacionais, o ensino, em
que a instituição, através de uma formação competente e de qualidade, garante o
aprendizado de seus alunos de forma plena e integral desenvolvendo senso
crítico, embasamento teórico e aplicabilidade de conhecimentos.
Em segundo lugar, a
importância da instituição perante a sociedade, tendo a responsabilidade de
transformar a comunidade em que está inserida através do ensino, da pesquisa e
da extensão, fortalecendo os vínculos com o desenvolvimento e inclusão
socioeconômico e tecnológico, aproximando a capacidade de fomento de
conhecimento da acadêmica às necessidades da sociedade, seus cidadãos, do setor
produtivo e outros afins.
Em terceiro lugar, a
importância de desenvolver nos alunos e parceiros para que tenham sucesso na
vida, para isso se trabalha de forma a aproximar as necessidades de
qualificação e desenvolvimento tecnológico, exigidos pelo mercado de trabalho
ao perfil educacional do UNIFAVENI, de seu corpo acadêmico e pesquisadores.
Sendo assim, é feito uso da inovação, que consiste no desenvolvimento de novas
soluções para novos ou antigos problemas de forma a gerar novos valores sociais
e tecnológicos para o setor produtivo e sociedade.
Em quarto lugar, a
importância no desenvolvimento de alunos com perfil socialmente responsável,
ético, que preza pela sustentabilidade ambiental e econômica de sua sociedade e
com capacidade de dialogar com a comunidade e seus cidadãos.
O
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI tem como visão “ser um centro de
excelência em educação, capacitação profissional, difusão cultural e um
catalisador no progresso e no desenvolvimento da sociedade”.
Seus valores são assim
expressos:
a.
Foco
no aprendizado prático, ancorado numa base conceitual consistente, tornando o
aluno o principal agente de aquisição de competências;
b.
Inovação
tecnológica a serviço do ensino;
c.
Disciplina,
ordem e segurança como pré-requisitos para o desenvolvimento;
d.
Sinergia
e comprometimento da equipe como agentes transformadores da formação dos nossos
alunos;
e.
Valorização
e estimulação do empreendedorismo;
f.
Responsabilidade
social e respeito ao meio ambiente;
g.
Resultados
concretos na melhoria contínua dos processos.
De acordo com o seu
Estatuto, o CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI, como instituição educacional,
destina-se a promover o ensino, a iniciação científica e a extensão em nível
superior, e tem por objetivos:
I
– formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção
em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade
brasileira, e colaborar na sua formação contínua;
II
– incentivar o trabalho de iniciação científica, visando o desenvolvimento da
ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo,
desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;
III
– estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do
pensamento reflexivo;
IV
– promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de
publicações ou de outras formas de comunicação;
V
– suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e
possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que
vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento
de cada geração;
VI
– estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os
nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e
estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;
VII
– promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão
das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da iniciação
científica e tecnológica geradas.
III – 20.1. Missão.
Educar e formar cidadãos
para obter sucesso na vida, sendo competentes no mercado de trabalho,
responsáveis socialmente e atuantes na preservação do meio-ambiente, tendo como
referência a ética, o diálogo e o respeito com as gerações futuras.
III – 21. Profissão.
Químico.
III – 21.1. Licenciatura em Química –
Modalidade a Distância.
III – 21.1.1. Exercício da Profissão
Somente
estão isentos de registro no CRQ os profissionais da Educação que atuam no
Ensino Médio. O licenciado que deseja exercer a
profissão deve, para atuar como
profissional da Química ter o registro
no Conselho Regional de Química – CRQ. vinculado a região na qual irá trabalhar.
O Conselho Regional é uma
autarquia pública federal, vinculados ao Conselho Federal de Química – CFQ e
aos demais Conselhos Regionais de Química – CRQ, responsáveis pela fiscalização
da Profissão do Químico e pela fiscalização das Atividades da Química.
A profissão é
regulamentada em lei. O dia 18 de junho é o dia do QUÍMICO, criado pela Lei
Federal de 2800/1056.
Conforme Resolução
Normativa nº 36/1974 as atribuições do profissional da Química são de acordo
com a natureza dos currículos de química.
Assim,
o Diplomado em Química pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI pode, como
licenciado desenvolver as atribuições previstas nos itens 01 a 07 da retro mencionada Resolução ( )
Atribuições do Bacharel
em Química: de 01 a 07, exceto a atribuição 04 que é exclusiva para
profissionais da Educação.
1.
Atribuições do Químico Tecnológico: de 01
a 13.
2.
Atribuições do Engenheiro Químico: de 01 a
16.
3.
Atribuições do Técnico em Química: 01, e
de 05 a 10.
Qualquer profissional da
Química pode aumentar suas atribuições, para isso é necessária a complementação
de algumas disciplinas de natureza tecnológica. Procure o Coordenador de seu
Curso para maiores informações.
III – 21.1.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do profissional da Química:
01
– Direção, supervisão, programação,
coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições
respectivas.
02 – Assistência, assessoria, consultoria,
elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, no âmbito das
atribuições respectivas.
03
– Vistoria, perícia, avaliação,
arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e atestados,
no âmbito das atribuições respectivas.
04
– Exercício do magistério, respeitada
a legislação específica.
05 – Desempenho de cargos e funções técnicas no
âmbito das atribuições respectivas.
06 – Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e
desenvolvimento de métodos e produtos.
07 – Análise química e físico-química,
químico-biológica, bromatológica, toxicológica e legal, padronização e controle
de qualidade.
08
– Produção; tratamentos prévios e
complementares de produtos e resíduos.
09 – Operação e manutenção de equipamentos e
instalações; execução de trabalhos técnicos.
10 – Condução e controle de operações e
processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos e manutenção.
11
– Pesquisa e desenvolvimento de
operações e processos industriais.
12 – Estudo, elaboração e execução de projetos
de processamento.
13 – Estudo de viabilidade técnica e
técnico-econômica no âmbito das atribuições respectivas.
14 – Estudo, planejamento, projeto e
especificações de equipamentos e instalações industriais.
15 – Execução, fiscalização de montagem e
instalação de equipamento.
16 – Condução de equipe de instalação, montagem,
reparo e manutenção.
III – 21.1.3. Exercício da Profissão –
CRQ Resoluções Normativas.
As Resoluções Normativas têm por
objetivo padronizar a atuação dos Conselhos Regionais de Química quanto ao
registro e fiscalização do exercício profissional na área da Química. Abaixo,
estão relacionadas às principais resoluções normativas vigentes:
Resolução Normativa nº 12, de 20
de outubro de 1959
Dispõe sobre responsabilidade técnica.
Resolução Normativa nº 36, de 25
de abril de 1974
Dispõe sobre a concessão de
atribuições profissionais.
Resolução Normativa nº 94, de 19
de setembro de 1986
Dispõe sobre o registro em CRQ de
diplomados em cursos de licenciatura em Química.
Resolução Normativa nº 96, de 19
de setembro de 1986
Dispõe sobre a ampliação de
atribuições profissionais em decorrência da complementação de currículo
efetivamente cursado.
Resolução Normativa nº 198, de 17
de dezembro de 2004
Define as modalidades profissionais na
área Química.
Resolução Normativa nº 222, de 19 de novembro de 2009
Dispõe sobre a Carteira Profissional
do Químico.
Resolução Normativa nº 259, de 16
de janeiro de 2015
Define as atribuições dos
profissionais que menciona e que laboram na área Química do Meio Ambiente e do
Saneamento Ambiental.
Resolução Normativa nº 291, de 23
de abril de 2020
Dispõe sobre a concessão de registro
aos profissionais provisionados.
Resolução Normativa nº 296, de 18
de junho de 2021
Cria o Programa de Registro Provisório
aos Recém-formados.
Resolução Normativa nº 311, de 21
de setembro de 2023
Dispõe sobre o Código de Ética dos
Profissionais da área da Química.
III – 21.2 - ATIVIDADES COMPLEMENTARES - CARGA HORÁRIA: 8 (OITO) CRÉDITOS. 120 HORAS.
OBSERVAÇÃO DE ATIVIDADE PRÁTICA.
III – 21.2.1. ATIVIDADES ACÂDEMICAS
COMPLEMENTARES.
Os discentes da Licenciatura em Química
no CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI deverão cumprir 200 horas de Atividades
Complementares. O envio das Atividades Acadêmicas Complementares deverá ser
realizado 60 dias antes da finalização de seu curso. Todos os itens (fichas,
relatórios, declarações e certificados) deverão ser enviados em anexos únicos
pelo campo de envio disponível dentro da PLATAFORMA da disciplina.
Os termos do presente relatório se
justifica por conta do “regulamento que tem por finalidade normatizar as
atividades complementares previstas nos projetos dos cursos de Licenciatura Plena em Química do Centro
Universitário UNIFAVENI e se estabelece como meios operacionais para o seu
acompanhamento e registro.
III – 21.2.2. Relevância e fundamentação.
As atividades complementares do curso
Licenciatura em Química da Unifaveni têm por objetivos:
a)
Enriquecer o processo de ensino-aprendizagem;
b)
Complementar o currículo pedagógico;
c)
Ampliar os horizontes de conhecimento;
d) Favorecer o relacionamento entre
grupos e a convivência com as diferenças sociais;
e) Estimular
as iniciativas dos alunos;
f)
Propiciar a Inter e a transdisciplinaridade do currículo;
g)
Fortalecer a conduta ética e a prática da cidadania e
h)
Envolver a comunidade situada nos arredores da Instituição através de eventos
que propiciem uma adequada integração junto à faculdade.
III – 21.2.3. Da obrigatoriedade das ATC.
As atividades acadêmicas complementares
são obrigatórias e deverão ser cumpridas pelos alunos a partir de seu ingresso
no curso, obedecendo à carga horária exigida de cada currículo, de acordo com
sua diretriz curricular. O cumprimento total da carga horária das atividades
acadêmicas complementares é requisito indispensável à colação de grau.
Observa-se que as atividades
desenvolvidas e realizadas no âmbito do Estágio Supervisionado não poderão ser
computadas cumulativamente como atividades acadêmicas complementares, assim, os
termos do presente relatório não se confundem com o ESTÁGIO SUPERVISIONADO.
III – 21.2.4. ASPECTOS FORMAIS DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
COMPLEMENTARES.
As Atividades Complementares poderão ser realizadas
de acordo com as modalidades autorizadas pela regulamentação, a saber:
III – 21.2.4.1. Modalidade Acadêmica.
As atividades relacionadas neste RELATÓRIO se
adequam à respectiva formação acadêmica,
em química, e se estabelece da seguinte forma:
I-
Eventos
variados da área de formação, VISITAÇÃO TÉCNICA EM EMPRESA QUE DESENVOLVE
EVENTOS NA ÁREA PROFISSIONAL DA QUÍMICA.
II-
Publicação de
resumos e artigos em congressos, participação em encontros acadêmicos, bem como
publicação em jornais e revistas cientificas;
III-
Participação
em Programas de Iniciação Cientifica PROFISSIONAL.
III – 21.2.4.2 – Visitação técnica em uma “empresa
Engarrafamento de Água Mineral”.
Considerando que na Licenciatura em Química, a
atuação não se limita ao magistério, a VISITA TÉCNICA a uma empresa de
ENGARRAFAMENTO DE ÁGUA se estabelece dentro da Modalidade Profissional proposta
neste relatório e estas atividades são adequadas à respectiva formação
profissional, e se apresenta da seguinte forma:
Oficinas, visitas técnicas em
serviços realizados em órgãos e
entidades públicas ou privadas que atuam em acordo com a legislação vigente;
bem como participação em projetos de extensão comunitária empresarial.
Recorrência
- 5.2. LICENCIADO EM QUÍMICA: Atribuições do profissional da Química: 01 – Direção, supervisão, programação,
coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições
respectivas. 02
– Assistência, assessoria,
consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e comercialização, no âmbito
das atribuições respectivas. 03 – Vistoria, perícia, avaliação,
arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e atestados,
no âmbito das atribuições respectivas. 04 – Exercício
do magistério, respeitada a legislação específica. 05 – Desempenho
de cargos e funções técnicas no âmbito das atribuições respectivas. 06 – Ensaios e pesquisas em geral. Pesquisa e
desenvolvimento de métodos e produtos. 07 – Análise
química e físico-química, químico-biológica, bromatológica, toxicológica e
legal, padronização e controle de qualidade. 08 – Produção; tratamentos prévios e complementares de produtos e
resíduos. 09 – Operação e manutenção de equipamentos e instalações;
execução de trabalhos técnicos. 10 – Condução
e controle de operações e processos industriais, de trabalhos técnicos, reparos
e manutenção. 11 – Pesquisa
e desenvolvimento de operações e processos industriais.
12 – Estudo, elaboração e execução de projetos de
processamento. 13 – Estudo de viabilidade técnica e técnico-econômica no âmbito
das atribuições respectivas. 14 – Estudo,
planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações
industriais.
15 – Execução, iscalização de montagem e
instalação de equipamento. 16 – Condução
de equipe de instalação, montagem, reparo e manutenção.
III – 21.2.4.2.1. Aproveitamento integral deste relatório.
Aspecto jurídico formal.
Considerando a relevância das atividades
complementares para o maior aperfeiçoamento
crítico - teórico instrumental, flexibilização, do currículo, maior integração entre o corpo
discente e docente e ainda o aprofundamento do grau de interdisciplinaridade na
formação acadêmica, o aluno deverá cumprir, no mínimo duas dentre as atividades
discriminadas no Artigo 3º, para perfazer o total de horas de atividades
exigidas em cada currículo de acordo com as diretrizes curriculares.
Observa-se que esta atividade pode ultrapassar o limite do total de horas de
atividades estabelecido levando-se em conta seu interesse e disponibilidade, o
que, sem dúvida enriquecerá ainda mais seu currículo.
III – 21.2.4.2.1.1. Quaisquer outras atividades que o discente
considere relevante para sua formação, poderão ser apresentadas ao coordenador
do curso, decidindo a validade
ou não como atividade complementar, bem como atribuição das horas de atividade
que julgar conveniente. Tal solicitação deverá ser feita em requerimento
escrito, instruído com os elementos probatórios que o discente entenda
pertinentes à homologação da atividade desenvolvida.
III – 21.2.4.2.1.2. Compete ao coordenador do curso: “I- Aprovar o plano de atividades de cada
aluno; II- Exigir a comprovação documental pertinente; III- Coordenar a
divulgação das atividades acadêmicas complementares para os alunos; IV- Remeter
à secretaria da UNIFAVENI a respectiva carga horária computada para fins de
registro no Histórico Escolar, após o cumprimento das horas mínimas exigidas
por curso...”
III – 21.2.4.2.1.3.
Apresentação de relatórios. É indispensável para as atividades que assim o
exigirem, a apresentação de relatórios corretos e complexos das atividades
acadêmicas complementares bem como o fiel cumprimento dos prazos e datas
fixadas, devendo o coordenador do curso determinar que sejam refeitos
relatórios que não estejam dentro das normas técnicas e gramaticais, sob a pena
de não serem computadas as horas de atividades realizadas pelo aluno.
No caso de atividades externas, para que a carga horária seja validada,
o acadêmico deverá apresentar à coordenação de curso, o comprovante de sua
participação assinado pelo responsável pelo evento juntamente com o Relatório.
III – 21.2.4.2.1.4. Atividades complementares Resumo da
apresentação de Negócio(14 – Estudo, planejamento, projeto e especificações de equipamentos e
instalações industriais)
III – 21.2.4.2.1.4.1.
Introito.
I-
Uma empresa de
Engarrafamento de Água Mineral realiza o trabalho de captação e engarrafamento
de água mineral, água subterrânea originária de águas de superfície que se
infiltraram no solo e por ele são filtradas, recebendo sais minerais que
alteram seu gosto e lhe fornecem valores terapêuticos. O surgimento dessa indústria de envase ocorreu
entre as duas guerras mundiais.
II-
A água é naturalmente
a bebida mais consumida em todo o mundo, seja in natura ou
como ingrediente indispensável para o processamento de inúmeras outras bebidas.
Seu consumo aumenta gradativamente, de acordo com o crescimento da população
mundial e com a temperatura presente em cada local e clima correspondente,
sendo o verão a estação de maior demanda.
III-
A água mineral
representa saúde para o homem, pois além de não apresentar elementos químicos
artificiais presentes em várias bebidas industrializadas, é essencial ao metabolismo
humano. Esta característica, aliada ao crescimento da população mundial, indica
forte tendência de aumento de demanda e, assim, revela ser uma boa oportunidade
de negócio.
III – 21.3. UM PLANO DE NEGÓCIO. No exercício dos estudos acadêmicos se descreve
neste relatório uma visão analítica de UM PLANO DE NEGÓCIOS(14 – Estudo,
planejamento, projeto e especificações de equipamentos e instalações
industriais).
Importante ressaltar que o “pesquisador” que
subscreve este relatório de ATIVIDADES ACADÊMICAS não teve acesso a documentos
reservados da empresa que visitou. Os documentos relacionados são referencias
aqueles que são de domínio público.
III – 21.3.1. Repete-se que nas funções do exercício da profissão de químico(Recorrência - 5.2. LICENCIADO EM QUÍMICA:
Atribuições do profissional da Química: 01 –Direção, supervisão, programação,
coordenação, orientação e responsabilidade técnica no âmbito das atribuições
respectivas. 02 – Assistência,
assessoria, consultoria, elaboração de orçamentos, divulgação e
comercialização, no âmbito das atribuições respectivas. 03 –Vistoria, perícia,
avaliação, arbitramento e serviços técnicos; elaboração de pareceres, laudos e
atestados, no âmbito das atribuições respectivas. 04 –11 –Pesquisa e
desenvolvimento de operações e processos industriais. 12 –Estudo, elaboração e
execução de projetos de processamento. 13 – Estudo de viabilidade técnica e
técnico-econômica no âmbito das atribuições respectivas.) este pode
desenvolver “ Estudo, planejamento, projeto e especificações de
equipamentos e instalações industriais... E assim se procede na elaboração
analítica da implementação de um negócio
voltado para uma empresa de
Engarrafamento de Água Mineral.
III – 21.4. ANTEPROJETO DE IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROJETO NA
INDÚSTRIA QUÍMICA.
III – 21.4.1. Apresentação de Negócio. Uma empresa de
Engarrafamento de Água Mineral.
1. Um dos empreendimentos de maior rentabilidade é uma
fábrica de água mineral — afinal, o consumo de água engarrafada no Brasil é
imenso. Segundo dados de 2007, da
Associação Internacional de Águas Engarrafadas, nosso país consumiu 13,6
bilhões de litros de água engarrafada.
Na pesquisa de 2023, ano em que vivemos fortes ondas de calor, as vendas
tiveram um aumento de 30%, mesmo com o ajuste de 9% a mais no preço da água
(segundo o IPS - Índice de Preços dos Supermercados e a Apas - Associação
Paulista dos Supermercados).
2. O nexo neste discurso se base na importância do
químico na elaboração de um projeto desta natureza, com foco na formação
universitária do Licenciado pela UNIFAVENI, por exemplo.
3. O químico licenciado ou e o bacharel em química,
etc, devem conhecer o processo de produção, bem como os aspectos jurídicos para
o cumprimento de regulamentações na fabricação de água mineral.
III – 21.4.2 - ASPECTOS TELEOLÓGICOS - Montar Uma Fábrica De Água
Mineral.
“Para ele, além das leis físicas que regem o mundo
natural como o conhecemos, haveria leis teleológicas — atenção: leis
teleológicas — para dar conta de certos eventos e fatos inexplicáveis pela
ciência contemporânea, como a existência da vida e de seres dotados de
consciência”. Roberto
Covolan - Teleologia vs. Ideologia - Há propósito no universo?
Estabelecer uma fábrica de água mineral é um
processo complexo que demanda planejamento estratégico, conformidade
regulatória, infraestrutura adequada, matérias-primas de qualidade, equipe
competente e equipamentos eficientes. A produção de água mineral começa com a
captação da água de fontes naturais, que devem atender a padrões específicos de
qualidade e pureza. Após a captação, a
água é submetida a processos de filtragem e purificação para garantir a remoção
de impurezas e a manutenção de minerais benéficos. Em seguida, a água é
engarrafada, lacrada, rotulada e, enfim, distribuída para comercialização.
III – 21.4.2.1 - Neste relatório, de um acadêmico que se tornará químico, se elabora um
ANTEPROJETO de uma fábrica de água mineral. Observe algumas diretrizes:
1. Crie um planejamento de negócio.
2. Cumpra os procedimentos necessários.
3. Ofereça uma estrutura adequada para fabricação.
4. Invista em matéria-prima de qualidade.
5. Tenha uma equipe capacitada.
6. Utilize equipamentos para aperfeiçoar a
produção.
6.1. Recomendação de máquinas necessárias para montar
uma fábrica de água mineral.
III – 21.4.3. DIRETRIZES - A produção de água mineral começa com a captação da
água de fontes naturais, que devem atender a padrões específicos de qualidade e
pureza.
Após a captação, a água é submetida a processos de
filtragem e purificação para garantir a remoção de impurezas e a manutenção de
minerais benéficos. Em seguida, a água é engarrafada, lacrada, rotulada e,
enfim, distribuída para comercialização.
É essencial ter um plano de negócios bem definido,
que deve contemplar o estudo de mercado, análise de viabilidade econômica,
estratégias de marketing e um plano operacional detalhado.
Atenda às regulamentações do setor, obtenha as
licenças e alvarás necessários, e cumpra com as normas de vigilância sanitária
e ambiental.
As instalações precisam ser projetadas para atender
aos padrões de qualidade, com áreas de produção, armazenamento e expedição bem
definidas e equipadas.
A qualidade da água é essencial para o sucesso do
negócio. Certifique-se de que a fonte escolhida fornece um produto que atende
ou, até mesmo, excede os padrões de qualidade.
É indispensável contratar profissionais
qualificados para todas as etapas do processo produtivo, desde a captação até a
distribuição da água mineral.
Deve-se investir em máquinas que garantam
eficiência e qualidade. A otimização da linha de produção resulta em maior
produtividade e redução de custos.
Não é uma regra, porém tendo o projeto ideológico
pronto para montar uma fábrica de água mineral, confira quais equipamentos
necessários que se recomenda para a produção:
1.
Sistemas de
filtração e purificação;
2.
Máquinas para
lavagem das embalagens;
3.
Máquinas
envasaduras que fazem o engarrafamento da água;
4.
Seladoras;
5.
Rotulado rãs;
6. Empacotadoras.
No mercado existe diversas linha de máquinas. Para
assegurar a eficácia e eficiência do processo produtivo, O QUÍMICO DEVE
COMHECER TODAS AS linhas de máquinas envasadoras, seladoras e dosadoras, que
atendem às necessidades do mercado de água mineral. Investir nesses maquinários é uma decisão
inteligente para quem deseja entrar no mercado de água mineral ou otimizar suas
operações existentes.
III – 21.4.4. Água mineral envasada terá o selo do Inmetro.
Certificação voluntária,
com foco na segurança alimentar, foi impulsionada pela Copa do Mundo. População
pode enviar críticas e sugestões ao Instituto.
O Inmetro mantem
discussões sobrea regulamentação voluntária de água mineral envasada, os
interessados podem enviar sugestões, críticas e relatos de acidentes de consumo
com produtos comercializados no Brasil. O consumidor pode participar. O
objetivo é estabelecer as regras para a certificação, com foco na segurança
alimentar, a fim de evitar contaminações na água. Para obter o Selo de
Identificação da
Conformidade, a água
mineral envasada terá de ser avaliada desde o rótulo da embalagem até a sua
composição química. A decisão da certificação foi tomada para atender demandas
dos envasadores, água mineral natural envasadas vai aumentar ainda mais nos
próximos anos. A segurança alimentar da água é uma grande preocupação da
sociedade civil e deve ser também do Licenciado em Química que atua neste
seguimento.
A Divisão de
Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac) do
Inmetro pode ser CONTACTADA NO ENDEREÇO dipac.consultapublica@inmetro.gov.br -
ou via carta para o endereço: Rua da Estrela, 67, 2º andar – Rio Comprido – CEP
20251-900 – Rio de Janeiro, RJ, A/C da Divisão de Regulamentação Técnica e
Programas de Avaliação da Conformidade (Dipac).
Antes de abrir a sua
distribuidora, é preciso fazer uma consulta prévia de endereço na prefeitura da
sua cidade. Isso porque é necessário ter o alvará de licença sanitária e
cumprir as legislações relativas ao setor de água mineral.
III – 21.4.4.1. A seguir, veja as principais normas deste segmento:
a) Decreto-lei
7.841/1945 (Código de Águas Minerais).
b) Decreto
78.171/1976.
c) Lei
6.437/1977.
d) Portaria
805/1978.
e) Portaria
15/1988.
f) Portaria
159/1996.
g) Portaria
222/1997.
h) Portaria
231/1998.
i)
Resolução 105/1999.
j)
Portaria 470/1999.
k) Portaria
518/2004.
l)
Resolução-RDC 274/2005.
Legislações, normativos legais e orientações para
distribuidoras de água mineral.
III – 21.4.4.2. Mercado.
O mercado de água mineral no Brasil é um mercado em
ascensão, cresceu 61% de 2010 a 2018. Segundo a Abinam - Associação Brasileira
da Indústria de Água Mineral -, o Brasil é 4º maior produtor de água
engarrafada. O setor cresce 7,6% ao ano no mundo e já bate o de refrigerantes.
Os aumentos maiores ocorreram nos estados de Mato Grosso, Goiás, Distrito
Federal, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e
Bahia.
Fonte-http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,o-mercado-de-7-bi-de-litros,342621,0.htm
(04/10/2019).
Estudo da empresa Canadean indicou que, em 2015, o
consumo global de água acondicionada em garrafas e copos estaria atingindo 233
bilhões de litros. As águas engarrafadas representam a categoria de maior
crescimento também nos Estados Unidos. No período entre 1976 e 2013, a taxa de
crescimento anual foi de 9,5%, muito acima das outras categorias.
Várias tendências têm contribuído para esse
expressivo crescimento, entre as quais a identificação das características
puras, funcionais e isentas de calorias das águas engarrafadas. Além da
nutrição e funcionalidade que as águas oferecem aos consumidores, as versões
carbonatadas têm se destacado como uma alternativa para os consumidores que
migram das bebidas carbonatadas tradicionais, mas não querem abdicar da
refrescância e do sabor que essas proporcionam.
Referncia - Produção de Água mineral engrrafada Fonte:
http://www.revistaaguaevida.cpm.br 2018
Investindo em inovação e seguindo a tendência
mundial, a indústria de bebidas não alcoólicas brasileira já oferece algumas
opções de águas com aromas de limão e tangerina, por exemplo. O hábito, cada
vez mais comum entre os brasileiros, de adicionar frutas, flores e ervas para
deixar a água mais atraente é a inspiração da indústria para novas bebidas
leves e com um toque especial de sabor.
Além do potencial de crescimento no mercado
interno, a produção de água mineral será um negócio estratégico para o Brasil,
que concentra 30% das reservas mundiais e explora menos de 10% desse recurso.
Fonte:
https://abir.org.br/aguas-envasadas-crescimento-e-inovacao/ (25 de maio de
2018).
Com todo o cenário favorável, esse é um setor com
certa complexidade de atuação, não cabendo amadorismo. O empreendedor desse
ramo deve estudar bem o mercado antes de investir na montagem do
empreendimento. Por isso, sugere-se estudar o mercado em três âmbitos, conforme
destacados abaixo:
III – 21.4.4.2.1 - Mercado consumidor.
A fim de dimensionar esse mercado, o empreendedor
deverá pesquisar os indicadores econômicos e sociais da região em que pretende
abrir a empresa. É essencial que se analisem alguns índices como: tamanho da
população, população economicamente ativa, índice de potencial do consumo,
índice de desenvolvimento humano, etc.
Sugere-se que essas informações sejam pesquisadas
periodicamente nos sites do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada -;
do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -; do PNUD - Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento –; da Fundação Getúlio Vargas e nas
Prefeituras e nas Prefeituras.
O estudo dos clientes é uma das etapas mais importantes
na estruturação do empreendimento. O empreendedor deverá identificar e conhecer
melhor seu cliente. Por isso, de uma maneira simples, o empreendedor necessita
saber:
a)
- As
características gerais dos clientes: idade, sexo, profissão, salário, endereço;
b)
- Quais são os
interesses e o comportamento da clientela: a quantidade de litros de água que
compram e com que frequência o faz que preço pague ou estão dispostos a pagar
pelos produtos;
c)
- O que motiva
as pessoas a fazer uma compra do produto: o preço, a qualidade, as formas de
pagamento, etc.;
d)
- Onde estão
os clientes: o tamanho do mercado em que irá atuar - será apenas na cidade, no
estado inteiro? Os clientes encontrarão seus produtos com facilidade?
III – 21.4.4.2.2 - Mercado concorrente.
Para conhecer o concorrente, é necessário
identificar as empresas que trabalham com produtos iguais e/ou semelhantes no
raio de atuação em que a nova empresa atuará.
A partir daí, realizam-se visitas e examinam-se os
pontos fortes e fracos desses concorrentes em relação a:
a)
- Qualidade
dos produtos oferecidos ao mercado;
b)
- Preço
praticado para cada item;
c)
- Localização
da engarrafadora e pontos de vendas;
d)
- Condições de
pagamento: prazos, descontos, etc.;
e)
- Qualidade do
atendimento prestado;
f)
- Serviços
adicionais: serviços de entrega, reposição de mercadorias, garantias
oferecidas, horários de funcionamento, etc.
Após essa análise, devem-se realizar comparações e
visualizar se a nova empresa poderá competir com as analisadas, se há espaço
para mais um empreendimento do mesmo ramo, e o que a nova empresa terá de
diferencial para que os clientes deixem de comprar do concorrente, etc.
III – 21.4.4.2.3 - Mercado fornecedor.
A relação com o mercado fornecedor também deve se
basear na sustentabilidade. Podem-se priorizar fornecedores locais como
organizações regionais e cooperativas locais para que a economia da região seja
beneficiada com as atividades da empresa, uma prática socialmente justa. Da
mesma forma, a preocupação com o meio ambiente também deve ser levada em
consideração a partir da escolha por empresas, cujas políticas e diretrizes
sociais e ambientais estejam alinhadas com as suas, não sendo somente
informações para autovalorização da marca. A questão da sustentabilidade
econômica também deve ser observada nas negociações com os fornecedores, que
devem ser justas e apresentar viabilidade para ambas as partes do negócio.
Fatores que devem ser analisados para a escolha de
um fornecedor:
a) Distância
física;
b) Referências;
c) Custo do
frete;
d) Qualidade;
e) Capacidade de
fornecimento;
f) Preço;
g) Prazo;
h)
Forma de pagamento e de entrega.
Assim resumidamente podemos destacar as seguintes
oportunidades e ameaças:
III – 21.4.4.2.3.1 - Oportunidades.
a)
Mercado de
água engarrafada em constante ascenção;
b)
Crescente
consumo por produtos saudáveis;
c)
Expansão do
mercado de frutas cristalizadas, secas ou desidratadas;
d)
Aquecimento
global;
e)
Mercado
brasileiro cresce 8% acima do mercado mundial;
III – 21.4.4.2.3.2 - Ameaças.
f)
Instabilidade
econômica e política no país;
g)
Sazonalidade;
h)
Baixas
barreiras de entrada no mercado;
i)
Futura
escassez do produto, devido ao desperdício e falta de controle.
O empreendedor deverá ter atenção especial com os
fornecedores das embalagens, pois a tendência é de se produzir produtos biodegradáveis
a fim de minimizar as críticas em relação ao impacto das embalagens plásticas.
III – 21.4.4.2.3.3. Localização.
A localização de uma indústria de água mineral deve
obedecer, primeiramente, a existência de lençol freático no local com água pura,
comprovadamente de boa qualidade e que esteja localizada em área que não
apresente risco de contaminação (exemplo: indústria química e similares, área
urbana com concentração de edificações, rede de esgotos, entre outros).
A área pode ser própria ou alugada, o que impacta
no custo para o desenvolvimento do negócio. É positivo que a área utilizada
para a construção da indústria (ponto de extração de água) seja razoavelmente
próxima de centros de consumo e distribuição, para facilitar a logística das operações.
O local deve ter área ampla, tanto para as
instalações como para a manobra dos veículos de transporte dos produtos. Uma
área de estacionamento é necessária tanto para os veículos próprios como
eventualmente para clientes que venham à sede da indústria, se for o caso.
Na hipótese de montagem de loja para vendas no
local, deve haver área para tal, com boas condições de apresentação física e
acessibilidade para os clientes. Na maioria dos casos, entretanto, a forma de
venda é em pontos externos à indústria.
Nota-se que as vias de acesso são de grande
relevância para o escoamento dos produtos, já que a logística é um dos pontos
cruciais deste negócio.
Em relação aos custos, na tomada de decisão para
localização do negócio, analise fatores tais como custo de adaptação do imóvel
para a atividade, aluguel, manutenção, necessidade de vale-transporte para os
empregados, entre outros itens.
III – 21.4.4.2.3.4. Exigências Legais e Específicas.
Para abrir uma empresa, o empreendedor poderá ter
seu registro de forma individual ou em um dos enquadramentos jurídicos de
sociedade. Ele deverá avaliar as opções que melhor atendam suas expectativas e
o perfil do negócio pretendido.
O contador, profissional legalmente habilitado para
elaborar os atos constitutivos da empresa e conhecedor da legislação
tributária, poderá auxiliar o empreendedor neste processo.
III – 21.4.4.2.3.4.1 - Para abertura e registro da empresa é necessário realizar os seguintes
procedimentos:
a)
Registro na
Junta Comercial;
b)
Registro na
Secretaria da Receita Federal (CNPJ);
c)
Registro na
Fazenda Estadual;
d)
Registro na
prefeitura municipal, para obter o alvará de funcionamento;
e)
Cadastramento
junto à Caixa Econômica Federal no sistema “Conectividade Social – INSS/FGTS”;
f)
Registro no
Corpo de Bombeiros Militar: órgão que verifica se a empresa atende as
exigências mínimas de segurança e de proteção contra incêndio, para que seja
concedido o “Habite -se” pela prefeitura.
g)
Contribuição
Sindical - A Lei 13.467, de 13 de julho de 2017, denominada Reforma
Trabalhista, altera o art. 579 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho – e a
contribuição sindical passa a ser facultativa a partir de janeiro de 2018. Isso
vale tanto para sindicatos patronais quanto para os trabalhadores
(funcionários).
h)
Obtenção do
alvará de licença sanitária – Adequar às instalações de acordo com o Código
Sanitário (especificações legais sobre as condições físicas). Em âmbito federal
a fiscalização cabe a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, nos estados e
municípios fica a cargo das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde (quando
for o caso). Deve-se preparar e enviar o requerimento ao Chefe do DFA/SIV do
seu Estado, solicitando a vistoria das instalações e equipamentos.
III – 21.4.4.2.3.4.2 - Importante:
Para a instalação do negócio é necessário realizar
consulta prévia de endereço na Prefeitura Municipal/Administração Regional,
sobre a Lei de Zoneamento.
As leis, decretos, portarias, resoluções
frequentemente sofrem revisões (atualizações), em virtude de novos acontecimentos
ou pela necessidade de melhorar interpretações em relação ao seu conteúdo,
função, abrangência ou penalidade. Portanto as leis citadas neste material
estão atualizadas, mas a qualquer momento podem mudar. Para saber se estão
utilizando a mais atual fiquem atentos as indicações de revisões, digitando as
características da lei, exemplo: ‘Decreto-Lei nº. 986”, sem a data, em um site
de busca e aparecerá nas 10 primeiras opções (links para acesso web), com as
sugestões mais recentes.
A Lei Complementar 123/2006 (Estatuto da Micro e
Pequena Empresa) e suas alterações estabelecem o tratamento diferenciado e
simplificado para microempresas e pequenas empresas. Isso confere vantagens aos
empreendedores, inclusive quanto à redução ou isenção das taxas de registros,
licenças, etc.
III – 21.4.4.2.3.4.3 - Demais legislações e acordos
relacionados à atividade:
Segundo o DNPM – Departamento Nacional de Produção
Mineral, a exploração de água mineral no Brasil obedece ao Código de Mineração
e ao Código de Águas Minerais, que constituem os instrumentos básicos legais
reguladores da pesquisa e da lavra das Águas Minerais e Potáveis de Mesa no
território nacional.
Os procedimentos de controle de qualidade sanitária
da água, em todas as suas etapas de processo, incluindo captação, distribuição,
armazenamento, envase, transporte e exposição do produto à venda, a fim de
garantir as condições de higiene sanitária do produto final, são disciplinadas
também por portarias e resoluções editadas pelo Ministério da Saúde (ANVISA) e
fiscalizadas pelas Secretarias de Saúde dos Estados e Municípios.
É importante consultar, antes de abrir o negócio,
os órgãos reguladores da atividade em específico e em âmbito geral:
a. DNPM –
Departamento Nacional de Produção Mineral;
b. ANVISA –
Agência Nacional de Vigilância Sanitária;
c. ANA – Agência
Nacional de Águas;
d. Ministério do
Meio Ambiente;
e. Ministério de
Minas e Energia.
III – 21.4.4.2.3.4.4 -Entre os decretos e resoluções mais
relevantes, destacam-se:
a.
Decreto-Lei Nº
7.841, de 8 de agosto de 1945 Código de Águas Minerais;
b.
RDC nº 173/06
– ANVISA.
É importante que o empreendedor conheça o código de
águas naturais disponível no site da Abinam: http://www.abinam.com.br/materias.php?cd_secao=34&codant=
III – 21.4.4.2.3.4.5. Estrutura.
A estruturação da
indústria Engarrafadora de Água Mineral é relativamente simples, desde que
observadas as orientações descritas no item Localização. A maioria das empresas
deste ramo apresenta-se em forma de galpões ou prédios amplos, com áreas
separadas para o estoque de recipientes vazios, para a lavagem e higienização,
enchimento, fechamento (tampas), rotulagem e estoque inicial e estoque de
produtos acabados.
É necessária uma área total aproximada de 30.000m²,
incluindo-se nestas medidas o pátio para a movimentação de produtos e dos
veículos.
A área destinada à produção deve ser de 200m²,
considerando o espaço para os recipientes (garrafões, garrafas e copos) vazios,
para as máquinas e para o estoque inicial do produto acabado. Para o estoque
principal, necessita-se de mais 200m², principalmente para o espaço destinado
aos garrafões de 20L. Ressalta-se que os garrafões e garrafas permanecem em
tempo mínimo no estoque, pois devem ser entregues rapidamente.
O espaço destinado à administração gira em torno de
50m², podendo ser instalado em andar superior ou em um 2º nível dentro do
prédio.
Deve existir sala de entrada para clientes,
juntamente com a secretaria, sala de reuniões e sala de gerentes e diretores,
mesas, cadeiras e equipamentos de informática e comunicação adequados para os
funcionários.
Como em qualquer outro empreendimento, os
departamentos deverão ser separados da melhor forma para que seja possível
conseguir a maior produtividade possível de cada colaborador. Quanto ao imóvel
escolhido para instalação da empresa, ele deve oferecer a infraestrutura necessária
para a instalação do negócio e, ainda, propiciar o seu crescimento. Entre os
aspectos de infraestrutura que devem ser observados citamos a disponibilidade
de internet banda larga, água, gás, eletricidade, rede de esgoto, vias de
transportes e de comunicação, etc. Cuidado com imóveis situados em locais sem
ventilação, úmidos, sujeitos a inundações ou próximos às zonas de risco.
Consulte a vizinhança a respeito.
III – 21.4.4.2.3.4.6.
Pessoal.
Selecionar as pessoas que irão trabalhar na sua
empresa exige que considere cuidadosamente as habilidades específicas exigidas
para cada tipo de atividade que desenvolverão. Para o início de uma pequena
indústria engarrafadora de água mineral, a equipe necessária é reduzida:
aproximadamente 12 pessoas, com a seguinte distribuição:
a)
Produção: 5
funcionários, sendo 1 supervisor e 4 auxiliares de produção. Os auxiliares de
produção devem apresentar ensino médio completo e atuarão nos processos de
monitoramento da extração, higienização, engarrafamento, rotulagem, expedição e
controle de qualidade. Todos estes funcionários necessitam de treinamento
específico para o trabalho, a ser fornecido por consultor especializado no
início das operações, podendo ter um multiplicador interno daí em diante.
b)
Estoque e
entregas: 4 funcionários, sendo 2 motoristas e 2 ajudantes de Entregas. Todos
devem possuir o Ensino Fundamental completo e boas condições físicas, pois o
trabalho braçal do transporte e entrega é bastante estafante. Os Motoristas
necessitam de carteira de habilitação tipo “D” ou “E” para conduzir os
caminhões da firma. Orientações sobre atendimento a clientes, roteirização de
entregas, controle de prazos e perdas e manutenção dos veículos são altamente
recomendáveis.
c)
Administração:
3 funcionários, sendo 1 gerente administrativo-financeiro, que normalmente é o
proprietário do negócio, 1 assistente administrativo-financeiro e 1 secretária.
O gerente administrativo-financeiro coordenará toda a operação comercial para
os pontos de vendas, logística, faturamento, contas a pagar e receber, finanças
e administração em geral. Os assistentes executarão as atividades operacionais
ligadas ao gerente, subsidiando-o com todas as informações demandadas. A
secretária realizará as atividades de atendimento telefônico, controle de
agenda de reuniões e eventos, recados, contatos com clientes e fornecedores e
demais atividades de escritório. É desejável que estes funcionários possuam
experiência prévia em atividades similares.
Os funcionários devem apresentar perfil
comportamental adequado para o negócio, com bom nível de energia, interesse e
motivação, para que se identifiquem com a missão da empresa e cresçam junto com
ela.
Para a área de produção e entregas, deve haver
pessoas com alto grau de observação para controle de qualidade e higiene, bom
nível de objetividade e agilidade para o setor de engarrafamento e rotulagem,
assim como para os funcionários de expedição e entregas.
Ressalta-se ainda que o proprietário do negócio
deva estar presente em todas as operações da empresa, principalmente
acompanhando a área de controle da qualidade do produto final, vendas e
estoque, bem como a parte de gestão administrativo-financeira da empresa.
Recomenda-se ainda a adoção de uma política de
retenção de pessoal, oferecendo incentivos e benefícios de natureza financeiros
ou outros. Assim, a empresa poderá diminuir os níveis de rotatividade e obter
vantagens como a criação de vínculo entre funcionários e clientes e ainda a
diminuição de custos com:
a)
Recrutamento e
seleção;
b)
Treinamento de
novos funcionários;
c) Custos com demissões.
III – 21.4.4.2.3.4.7. Equipamentos.
Para iniciar uma empresa Engarrafadora de Água
Mineral, podem ser adquiridas máquinas novas ou usadas, que implicam em
diferenças de valores de até 50%. As máquinas a serem adquiridas devem ser de
acordo com a linha e envase, ou seja, o tipo de recipiente (vasilhame) a ser
comercializado: galões, garrafas ou copos. A linha de maquinário também
dependerá da área da mina, vazão da fonte e disponibilidade de investimento.
Os principais componentes para uma linha de galões
de 10 e 20L, considerada a mais simples e mais indicada para início de
operações, são:
a)
Bomba d’água;
b)
Máquina
lavadora;
c)
Câmara
germicida (10 e 20 litros);
d)
Reservatório
de 40.000 litros;
e)
Esteira;
f)
Enchedora
rotativa;
g)
Máquina
tampadora;
h)
Rotuladora (a
rotulagem pode ser inicialmente manual);
i)
Móveis e
utensílios.
Para processo de gaseificação, o maquinário é
consideravelmente mais caro.
Caso a empresa tenha a intenção de realizar o
transporte e distribuição, será necessário um caminhão de pequeno porte ou
carros utilitários adequados.
Os valores das máquinas variam de marca para marca
e a concentração de empresas fabricantes deste maquinário localiza-se
principalmente nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.
III – 21.4.4.2.3.4.8. Matéria Prima/Mercadoria.
A gestão de estoques no varejo é a procura do
constante equilíbrio entre a oferta e a demanda. Este equilíbrio deve ser
sistematicamente verificado por meio indicadores de desempenho. Entre vários
indicadores chamamos atenção especial para os três seguintes:
1 - Giro dos estoques: o giro dos estoques é um
indicador do número de vezes em que o capital investido em estoques é
recuperado através das vendas. Usualmente é medido em base anual e tem a
característica de representar o que aconteceu no passado.
Obs.: Quanto maior for a frequência de entregas dos
fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos
estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.
2 - Cobertura dos estoques: o índice de cobertura
dos estoques é a indicação do período de tempo que o estoque, em determinado
momento, consegue cobrir as vendas futuras, sem que haja suprimento.
3 - Nível de serviço ao cliente: o indicador de
nível de serviço ao cliente para o ambiente do varejo, isto é, aquele segmento
de negócio em que o cliente quer receber a mercadoria, ou serviço,
imediatamente após a compra; demonstra o número de oportunidades de venda que
podem ter sido perdidas, pelo fato de não existir a mercadoria em estoque ou
não se poder executar o serviço com prontidão.
Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo,
visando gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo
deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de
compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.
A matéria-prima, água mineral, deve ser
preferencialmente localizada em fonte e propriedade própria do empresário, para
não incorrer em custos adicionais de direito de extração. Os tipos de água
mineral são descritos abaixo.
Quanto a composição química, as águas minerais naturais
são assim classificadas:
a.
Oligominerais:
aquelas que contêm diversos tipos de sais, todos em baixa concentração.
b.
Radíferas:
quando contêm substâncias radioativas dissolvidas, que lhes atribuam
radioatividade permanente.
c.
Alcalina-bicarbonatadas:
as que contêm, por litro, uma quantidade de compostos alcalinos equivalentes a,
no mínimo, 0,200g de bicarbonato de sódio.
d.
Alcalino-terrosas:
as que contêm, por litro, uma quantidade de alcalinos terrosos equivalentes a,
no mínimo, 0,120g de carbonato de cálcio.
e.
Alcalino-terrosas
cálcicas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,048g de cátion Ca, sob a forma
de bicarbonato de cálcio.
f.
Alcalino-terrosas
magnesianas: as que contêm, por litro, no mínimo, 0,030g de cátion Mg, sob a forma
de bicarbonato de magnésio.
g.
Sulfatadas: as
que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g do ânion SO4, combinado aos cátion Na,
K e Mg.
h.
Sulfurosas: as
que contêm, no mínimo, 0,001g do ânion S.
i.
Nitratadas: as
que contêm, por litro, no mínimo, 0,100g de ânion NO3 de origem mineral.
j.
Cloretadas: as
que contêm, por litro, no mínimo, 0,500g de NaCl.
k.
Ferruginosas:
as que contêm, por litro, no mínimo, 0,005g de cátion Fe.
l.
Radioativas:
as que contêm radônio em dissolução.
m.
Fracamente
Radioativas: as que apresentam, no mínimo, um teor em radônio compreendido
entre 5 e 10 unidades Mache, por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão;
n.
Radioativas:
as que apresentam um teor em radônio compreendido entre 10 e 50 unidades Mache
por litro, a 20° C e 760mm de Hg de pressão.
o.
Fortemente
Radioativas: as que possuírem um teor em radônio superior a 50 unidades Mache,
por litro, a 20°C e 760mm de Hg de pressão.
p.
Toriativas: as
que possuem, por litro, no mínimo, um teor em torônio em dissolução
equivalente, em unidades eletrostáticas, a 2 unidades Mache.
q.
Carbogasosas:
as que contêm, por litro, 200ml de gás carbônico livre dissolvido, a 20°C e
760mm de Hg de pressão.
Os vasilhames devem ser plásticos e próprios para o
acondicionamento de água mineral. Não podem apresentar riscos de intoxicação ou
contaminação. Existem vasilhames e garrafas opacas e transparentes, sendo estas
últimas as mais caras, porém mais apreciadas pelos consumidores devido à
aparência de limpeza e pureza. Tipos de vasilhames e produtos finais:
a.
Galões de 20L;
b.
Galões de 5L;
c.
Garrafas de
2L;
d.
Garrafas de
1,5L;
e.
Garrafas de
500ml;
f.
Garrafas de
350ml;
g.
Copos de
200ml.
Serão necessárias, finalmente, as tampas e rótulos.
As tampas podem ser adquiridas em indústrias plásticas de embalagens e os
rótulos normalmente em gráficas ou também em indústrias de embalagens.
III – 21.4.4.2.3.4.9. Organização do Processo Produtivo.
O processo de extração e engarrafamento de água
mineral basicamente segue 8 etapas:
1.
Lavagem e higienização: os garrafões ou garrafas
(recipientes) são lavados e higienizados em equipamentos próprios para
esterilização, garantido as condições para o engarrafamento da água sem
contaminação;
2.
Captação (bombeamento) da fonte ao reservatório:
por meio de bomba d’água apropriada, é captada a água de acordo com a
capacidade de vazão e velocidade determinada para a produção;
3.
Filtragem: do reservatório para o envaze, a água é
filtrada para garantir sua pureza antes do acondicionamento nos vasilhames;
4.
Envaze: a água é engarrafada nos recipientes de
20L, 10L ou 5L (processo simplificado para indústria iniciante);
5.
Lacre (ou tampagem): os vasilhames são tampados e
lacrados por máquina própria;
6.
Rotulagem: são colados os rótulos com o nome da
empresa (marca), informações quantitativas, qualitativas, normas de qualidade e
demais informações. Este processo pode ser manual para evitar dispêndio
adicional com máquina rotuladora;
7.
Inspeção final: é realizada uma inspeção visual e
controle de qualidade para eliminar não-conformidades como furos, vazamentos ou
contaminação do produto e garantir a limpeza do vasilhame;
8.
Estocagem, expedição e distribuição: os produtos
finais são estocados em espaço determinado, limpo, ao abrigo da luz e chuva.
9.
Caso a empresa realize entregas e distribuição, os
vasilhames serão carregados para um caminhão ou utilitário para a realização
das entregas.
10. Devem ser
observadas as condições de temperatura e umidade adequadas e quaisquer
possibilidades de contaminação, para evitar perdas e problemas com
fiscalizações ou reclamações de clientes.
11. A empresa deve
manter atenção constante em relação a preservação do meio ambiente. Além disso,
deve também estar atento com a higiene, principalmente dos garrafões
retornáveis. Neste contexto, o DNPM publicou a Portaria nº 358, de 2009, que
disciplina o prazo de validade dos garrafões de 10 e 20 litros, que passou a
ser de três anos, prazo esse no qual um galão suporta os desgastes decorrentes
de sua manutenção e transporte.
III – 21.4.4.2.3.4.10. Automação.
A automação das atividades industriais/comerciais é
um dos principais requisitos para uma participação mais competitiva de uma
empresa no mercado nacional e internacional. Nesse sentido, é necessário manter
sob controle e decisão um número crescente de aspectos relacionados com a
produção e a venda, inclusive aqueles que estejam vinculados com as áreas:
comercial, suprimento, estocagem, manutenção e logística.
No ramo de engarrafamento de água mineral, a
automação pode ocorrer tanto no processo produtivo como na administração da
empresa.
À medida que a empresa cresce e apresenta maior
disponibilidade de recursos, pode investir em maior número de máquinas para
substituir processos manuais, como, por exemplo, a rotulagem dos recipientes,
maior número e extensão de esteiras e mesas acumuladoras, entre outros.
Existem diversos sistemas informatizados que podem
auxiliar o empreendedor na gestão de uma pequena empresa. Deve-se procurar
softwares de custo acessível e compatível com uma pequena empresa. O ideal é
que o empreendedor procure apoio de profissionais qualificados para prestar uma
assessoria na definição de um software amigável e de fácil manuseio para tirar
o máximo de produtividade da ferramenta.
III – 21.4.4.2.3.4.11. Canais de Distribuição.
Os canais de distribuição são os meios utilizados
pelas empresas para escoar sua produção e ofertar seus serviços. A importância
dos canais de distribuição é fundamental e seu custo pode representar uma
parcela considerável do preço final do produto vendido ao consumidor; os canais
não só satisfazem a demanda através de produtos e serviços no local, em
quantidade, qualidade e preço corretos, mas, também, têm papel fundamental no
estímulo à demanda, através das atividades promocionais dos componentes ou
equipamentos atacadistas, varejistas, representantes ou outros.
Os canais de distribuição dependem das condições da
empresa em termos de localização, densidade demográfica, fluxo de pessoas,
condições de acesso e área disponível. Uma opção seria a venda direta através
de ponto de venda localizado na própria indústria, dependendo das condições
acima citadas.
Para todos os casos abaixo, são necessários
veículos como caminhões ou utilitários para realizar a distribuição dos
produtos:
a.
Entregas sob
demanda: de acordo com as vendas ou contratos fechados, é realizada uma rota de
entregas na cidade para outras empresas, órgãos governamentais ou residências;
b.
Postos de
gasolina e lojas de conveniência: costumam ser ótimos pontos de venda e
distribuição, pois o fluxo alto e a conveniência de o consumidor estar em seu
carro para poder transportar o produto para casa são grandes atrativos. Os
produtos podem ser localizados internamente, no caso de vasilhames menores, ou
externamente ao estabelecimento, no caso de galões;
c.
Mercados,
supermercados e hipermercados: de acordo com o tipo de produto (tamanho do
vasilhame) e com a dinâmica de fornecimento, são os meios mais massivos e
eficientes. Os produtos podem ser localizados internamente, no caso de
vasilhames menores, ou externamente ao estabelecimento, no caso de galões;
d.
Bares e restaurantes:
mais indicados para os menores vasilhames, como garrafas e copos de água
mineral, onde apresenta grande demanda;
e.
Lanchonetes e
quiosques: também mais indicados para os menores vasilhames, como garrafas e
copos de água mineral.
III – 21.4.4.2.3.4.12. Investimentos.
O valor a ser investido num novo negócio envolve um
conjunto de fatores, identificados ao longo do processo de instalação do
empreendimento. O investimento para o início das atividades varia de acordo com
o porte do empreendimento e os produtos e serviços que serão oferecidos.
Para uma empresa Engarrafadora de Água Mineral de
pequeno porte se estima um investimento inicial aproximado da ordem de R$
600.000,00 (seiscentos mil reais), considerando que muitas máquinas e
equipamentos serão adquiridos usados, pois para máquinas e equipamentos novos
este valor pode dobrar.
1 - INVESTIMENTOS FIXOS
1.1 - Máquinas e equipamentos
Item Valor
unitário
Bomba d’água, Câmara germicida, Enchedora rotativa,
Máquina tampadora, Rotuladora, Esteira, etc. R$
400.000,00
Veículos. R$
70.000,00
1.2 - Equipamentos de informática
Item Valor
unitário
Telefone, Computador e Impressora R$ 8.000,00
1.3 – Móveis e utensílios
Item Valor
unitário
Mobiliário do Escritório R$ 2.500,00
Mesas, Cadeiras, Poltronas R$ 10.000,00
2 - INVESTIMENTOS PRÉ-OPERACIONAIS
Item Valor
unitário
Reformas R$
80.000,00
Registro da empresa R$ 2.000,00
3 - INVESTIMENTOS FINANCEIROS
Item Valor
unitário
Capital de giro R$
20.000,00
Formação Estoque Inicial R$ 7.500,00
INVESTIMENTO TOTAL (1+2+3) R$ 600.000,00
PREVISÃO DE FATURAMENTO
Faturamento mensal R$
130.000,00
* os itens descritos nas tabelas são exemplos que
devem ser considerados, porém existem outros que devem ser também detalhados,
para o seu negócio.
**Acesse http://simulador.ms.sebrae.com.br e veja
exemplos de pesquisas estimando valores e faça a sua simulação.
***Os custos dos itens descritos na tabela são
meras estimativas, pois estes dependem de tamanho do negócio, fornecedores,
regiões do país, etc.
Antes de montar sua empresa, é fundamental que o
empreendedor elabore um Plano de Negócios, onde os valores necessários à
estruturação da empresa podem ser mais detalhados, em função: regionalidade,
dificuldades financeiras, objetivos estabelecidos de retorno e alcance de
mercado. O capital de giro necessário para os primeiros meses de funcionamento
do negócio também deve ser considerado neste planejamento.
Nessa etapa, é indicado que o empreendedor procure
o Sebrae para consultoria adequada ao seu negócio, levando em conta suas
particularidades. O empreendedor também poderá basear-se nas orientações
propostas por metodologias de modelagem de negócios, em que é possível analisar
o mercado no qual estará inserido, mapeando o segmento de clientes, os atores com
quem se relacionará, as atividades chave, as parcerias necessárias, sua
estrutura de custos e fontes de receita.
III – 21.4.4.2.3.4.13. Capital de Giro.
Capital de giro é o montante de recursos
financeiros que a empresa precisa manter para garantir fluidez dos ciclos de
caixa. O capital de giro funciona com uma quantia imobilizada no caixa
(inclusive banco) da empresa para suportar as oscilações de caixa.
ITEM QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO
Reserva de Caixa 1 R$ 27.500,00
* Esta é meramente uma estimativa de valor, o seu
capital de giro deve variar entre 20 e 30% do valor do investimento para
operação. No exemplo temos um investimento estimado (tópico anterior) de R$
600.000,00. Assim uma reserva (capital de giro e estoque inicial) de R$
27.500,00
Quanto maior o prazo concedido aos clientes para
pagamento e quanto maior o prazo de estocagem, maior será a necessidade de
capital de giro do negócio. Portanto, manter estoques mínimos regulados e saber
o limite de prazo a conceder ao cliente pode amenizar a necessidade de
imobilização de dinheiro em caixa. Prazos médios recebidos de fornecedores
também devem ser considerados nesse cálculo: quanto maiores os prazos, menor
será a necessidade de capital de giro.
O empreendedor deverá ter um controle orçamentário
rígido, de forma a não consumir recursos sem previsão, inclusive valores além
do pró-labore. No início, todo o recurso que entrar na empresa nela deverá
permanecer, possibilitando o crescimento e a expansão do negócio. O ideal é
preservar recursos próprios para capital de giro e deixar financiamentos (se
houver) para máquinas e equipamentos.
Sempre será muito útil que se tenha certo montante
de recursos financeiros reservado para que o negócio possa fluir sem
sobressaltos, especialmente no início do projeto. No entanto, ter esse recurso
disponível não é suficiente porquanto ser premissa sua boa gestão, ou seja,
somente deverá ser utilizado para honrar compromissos imediatos ou lidar com
problemas de última hora.
III – 21.4.4.2.3.4.14. Custos.
Os custos dentro de um negócio são empregados tanto
na elaboração dos serviços ou produtos quanto na manutenção do pleno
funcionamento da empresa. Entre essas despesas, estão o que chamamos de custos
fixos e custos variáveis.
CUSTOS VARIÁVEIS
São aqueles
que variam diretamente com a quantidade produzida ou vendida, na mesma
proporção.
Custos de
materiais
Item Quantidade Valor
unitário
Matéria-Prima
ou mercadoria 50 R$ 6.000,00
Custos dos
impostos
Item % Valor
unitário
Simples 9 % do faturamento bruto (R$
130.000,00) R$ 11.700,00
Custos com
vendas
Item % Valor
unitário
Propaganda 1 % do faturamento bruto (R$ 130.000,00) R$
1.300,00
Comissões
Custos fixos
São os gastos
que permanecem constantes, independente de aumentos ou diminuições na
quantidade produzida e vendida. Os custos fixos fazem parte da estrutura do
negócio.
Salários e
encargos
Função Quantidade Salário unitário
Salários,
comissões e encargos. 5 R$ 15.000,00
Pró Labore 1 R$
6.000,00
Depreciação
Ativos fixos Valor total Vida
útil (anos) Depreciação
Móveis e
utensílios R$ 12.500,00 5 R$ 209,00
Maquinas e
equipamentos R$ 470.000,00 10 R$ 3.916,00
Equipamentos
informática R$ 8.000,00 5 R$ 133,00
Despesas fixas
e administrativas
Item Valor unitário
Aluguel,
condomínio e segurança R$ 10.000,00
Agua, luz,
telefone e internet R$ 4.800,00
Material de
limpeza, higiene e escritório R$ 800,00
Assessoria
contábil R$ 700,00
Armazenamento e transporte R$ 5.400,00
III – 21.4.4.2.3.4.15. Diversificação/Agregação de Valor.
Agregar valor é dar um salto de qualidade em uma ou
mais características do produto ou serviço, que de fato são relevantes para a
escolha do consumidor. Não basta possuir algo que os produtos concorrentes não
oferecem. É necessário que esse algo a mais seja reconhecido pelo cliente como
uma vantagem competitiva e aumente o seu nível de satisfação com o produto ou
serviço prestado. Além disso, para agregar valor, não basta reduzir custos, é
preciso conhecer bem o mercado no qual a empresa atua, bem como as preferências
dos clientes.
Para diversificar e agregar valor em um negócio
como Engarrafamento de Água Mineral, a
criatividade deve estar aliada ao controle de qualidade e atendimento às normas
dos órgãos reguladores, o DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral e a
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
A empresa pode agregar valor a partir,
primeiramente, da oferta de mais opções de produtos. A variação costuma ser
aplicada gradualmente nos recipientes (embalagens de diferentes volumes), pois
inicia-se com a comercialização de garrafões de 20L, passando-se para garrafas
de 1,5L, 500ml, 350ml e copos de 200ml.
Esta diversificação permite atingir um público cada
vez mais diferenciado, pois as encomendas de garrafões de 20L destinam-se para
consumo massivo em empresas ou residências, por exemplo, enquanto que as
embalagens menores são consumidas em ocasiões diversas e vendidas em maior
quantidade. Por exemplo, em eventos esportivos a demanda por garrafas de 500ml
e copos de 200ml é grande, assim como a venda em postos de gasolina, bares,
lanchonetes e restaurantes.
Uma segunda linha de diversificação pode ser
aplicada com a oferta de diferenciação no próprio produto: água com adição de
diferentes sais minerais e elementos benéficos à saúde, além de água com
sabores de limão, quinino e água com gás.
Outra forma de agregar valor ao produto é investir
em serviços. Por exemplo, entregas domiciliares e em empresas, contratos para
entregas emergenciais em eventos noturnos, eventos esportivos, entre outras possibilidades.
Para estes casos a empresa deve estar com grau avançado de desenvolvimento para
suportar a estrutura de custos e a operação dos serviços.
Neste tópico foram apresentadas apenas algumas
opções de diversificação / agregação de valor para um empreendimento de
engarrafamento de água mineral. Vale ressaltar que sempre é possível propor
melhorias e novidades, para isso é indicado observar hábitos, ouvir as pessoas
e criar novos produtos e novos serviços, com o objetivo de ampliar os níveis de
satisfação dos clientes.
III – 21.4.4.2.3.4.16. Divulgação.
A propaganda é um importante instrumento para
tornar a empresa e seus produtos conhecidos pelos clientes potenciais. O
objetivo da propaganda é construir uma imagem positiva frente aos clientes e
tornar conhecidos os produtos e serviços oferecidos pela empresa. A divulgação
e propaganda de uma empresa Engarrafadora de Água Mineral costuma ser realizada
de forma a fixar o produto no local de consumo e de bom fluxo de pessoas, ao
alcance do consumidor. A publicidade normalmente não é massiva e agressiva, na
maioria dos casos, pois o produto possui aceitação plena no mercado e a
variação das águas minerais é muito pequena.
A logomarca possui grande apelo para este tipo de
produto. Sua elaboração deve exprimir a imagem de pureza, saúde e beleza no
rótulo do produto, para atrair o consumidor e transmitir a ideia de confiança
na qualidade da água ingerida.
Entretanto, algumas empresas realizam a divulgação
de suas marcas nos próprios pontos de vendas, utilizando-se principalmente de
cartazes e banners. Muitos empresários também realizam divulgações deste tipo
em eventos esportivos e feiras e congressos, inclusive patrocinando atletas e
entidades diversas.
A fixação da marca neste ramo ocorre mais em função
de sua presença em órgãos governamentais, empresas, bares e restaurantes, por
meio da exposição da logo no rótulo do produto. A divulgação em pontos de venda
como supermercados e lojas de conveniência exige que o empresário monitore seu
produto, se está bem localizado, com a marca visível e com fácil acesso para o
consumidor.
Portanto, as formas mais eficientes e recomendáveis
de divulgação são:
1.
- Venda
direta: equipe de vendedores treinada para atender revendedores, atacadistas,
varejistas, etc.;
2.
-
Merchandising: a promoção da chamada “positivação” no ponto de vendas é
bastante interessante. O empresário pode promover a distribuição para
degustação gratuita em grandes supermercados e eventos desportivos, destacando
as qualidades e diferenciais de sua água mineral.
3.
- Placas e
Outdoors;
4.
- Site na
internet.
A mídia mais adequada é aquela que tem linguagem
adequada ao público-alvo, se enquadra no orçamento do empresário e tem maior
penetração e credibilidade com o cliente. Outra estratégia interessante para um
empreendimento de Engarrafamento de Águas é a participação em feiras e eventos
relacionados ao setor.
III – 21.4.4.2.3.4.17. Informações Fiscais e Tributárias.
a) Optantes do SIMPLES Nacional.
Este segmento de empresa poderá optar pelo Simples Nacional - Regime
Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições, instituído pela
Lei Complementar nº 123/2006. Os pequenos negócios podem optar pelo Simples,
desde que sua categoria esteja contemplada no regime, a receita bruta anual de
sua atividade não ultrapasse R$ 360 mil para microempresa e R$ 4,8 milhões para
empresa de pequeno porte e sejam respeitados os demais requisitos previstos na
Lei.
Nesse regime, o empreendedor de ME e EPP poderá recolher os seguintes
tributos e contribuições, por meio de apenas um documento fiscal – o DAS
(Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é gerado no Portal do
SIMPLES Nacional (http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional):
a.
IRPJ (Imposto
de Renda da Pessoa Jurídica);
b.
CSLL
(Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido);
c.
PIS (Programa
de Integração Social);
d.
COFINS
(Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
e.
CPP
(Contribuição Previdenciária Patronal);
f.
ICMS (Imposto
Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): para empresas do comércio
g.
ISS (Imposto
Sobre Serviços): para empresas que empresas que prestam serviços;
h.
IPI (Imposto
sobre Produtos Industrializados): para indústrias.
Conforme a Lei Complementar Federal nº 123/2006, as
alíquotas do Simples Nacional variam de acordo com as tabelas I a VI,
dependendo das atividades exercidas e da receita bruta auferida pelo negócio.
No caso de início de atividade no próprio ano-calendário da opção pelo Simples
Nacional, para efeito de determinação da alíquota no primeiro mês de atividade,
os valores de receita bruta acumulada devem ser proporcionais ao número de
meses de atividade no período. Se o Estado em que o empreendedor estiver exercendo
a atividade conceder benefícios tributários para o ICMS (desde que a atividade
seja tributada por esse imposto), a alíquota poderá ser reduzida conforme o
caso. a esfera Federal poderá ocorrer redução quando se tratar de PIS e/ou
COFINS.
Se a receita bruta anual não ultrapassar R$ 81 mil,
o empreendedor poderá optar pelo registro como Microempreendedor Individual
(MEI), desde que ele não seja dono ou sócio de outra empresa e tenha até um
funcionário. Para se enquadrar no MEI, sua atividade deve constar na tabela da
Resolução CGSN nº 94/2011 - Anexo XIII
(http://www.portaldoempreendedor.gov.br/legislacao/resolucoes/arquivos/ANEXO_XIII.pdf)
Neste caso, os recolhimentos dos tributos e
contribuições serão efetuados em valores fixos mensais conforme abaixo:
I)
Sem empregado
a.
5% do salário
mínimo vigente - a título de contribuição previdenciária
b.
R$ 1 de ICMS –
Imposto sobre Circulação de Mercadorias (para empresas de comércio e indústria)
c.
R$ 5 de ISS –
Imposto sobre Serviços (para empresas de prestadoras de serviços)
II)
Com um
empregado (o MEI poderá ter um empregado, desde que ele receba o salário mínimo
ou piso da categoria)
2.
O empreendedor
recolherá mensalmente, além dos valores acima, os seguintes percentuais:
a.
Retém do
empregado 8% de INSS sobre a remuneração;
b.
Desembolsa 3%
de INSS patronal sobre a remuneração do empregado.
b)
Empresas que não podem optar pelo Simples.
De acordo com o Comitê Gestor do Simples Nacional -
Resolução CGSN nº 119, de 19 de dezembro de 2014 – estas atividades não podem
ser optantes pelo Simples: (http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/Legislacao/Resolucao/2011/ResolucaoCGSN/Anexo_VI_Resolucao_CGSN_94.doc).
Recomendamos
que o empreendedor consulte sempre um contador, para que ele o oriente sobre o
enquadramento jurídico e o regime de tributação mais adequado ao seu caso.
III – 21.4.4.2.3.4.18. Eventos.
O empreendedor deve estar sempre em contato com as entidades
e associações da área para obter informações sobre os eventos que irão ocorrer.
Eventos como feiras, rodada de negócios, congressos, etc., são muito
importantes para o empresário ficar por dentro das tendências de mercado,
conhecer novos produtos e tecnologias, realizar parcerias e fazer bons
negócios.
Onde procurar: www.ubrafe.org.br;
www.expofeiras.gov.br e ainda no Catálogo Brasileiro de Exposições e Feiras,
disponível na internet.
Alguns eventos importantes:
3.
Congresso Brasileiro da Indústrias de Água Mineral
4.
http://www.abinam.com.br/home.php
5.
APAS - Congresso e Feira de Negócios em
Supermercados
6.
http://feiraapas.com.br
7.
Contato: secretaria@eventosapas.com.br
8.
EXPOSUPER - Feira de Produtos, Serviços e
Equipamentos para Supermercados
9.
http://www.exposuper.com.br
10.
Contato: acats@acats.com.br
11.
FISPAL TECNOLOGIA - Feira Internacional de
Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas
12.
http://www.fispaltecnologia.com.br
13.
Contato: comercial@fispaltecnologia.com.br
III – 21.4.4.2.3.4.19. Normas Técnicas.
Apresentamos a seguir algumas normas técnicas
definidas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, relacionadas às
atividades de engarrafamento de água mineral:
1.
•ABNT NBR 14222*: Embalagem plástica para água mineral
e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos e métodos de ensaio;
2.
•ABNT NBR 14328*: Embalagem plástica para água
mineral e de mesa - Tampa para garrafão retornável - Requisitos e métodos de
ensaio;
3.
•ABNT NBR 14637*: Embalagem plástica para água mineral
e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos para lavagem, enchimento e
fechamento;
4.
•ABNT NBR 14638*: Embalagem plástica para água
mineral e de mesa - Garrafão retornável - Requisitos para distribuição.
·
Essas e outras normas técnicas relacionadas podem
ser encontradas no site da ABNT em parceria com o SEBRAE:
http://www.abntnet.com.br/sebrae/.
5.
Outras normas e resoluções da ANVISA relativas à
atividade:
6.
•Resolução 36/90: água potável e purificada
adicionada de sais: É utilizada para água mineral ou potável de mesa apenas
para definir o limite máximo permitido para substâncias não especificadas na
legislação específica;
7.
•RESOLUÇÃO 54/2000 - Água Mineral e Potável de
Mesa: dispõe sobre os critérios e limites máximos de microbiológicos e de
microorganismos por 100ml de água;
8.
•RESOLUÇÃO 309/99: Água Purificada Adicionada de
Sais: dispõe sobre os limites máximos de substâncias como cálcio, ferro,
magnésio, potássio e sódio, dentre outros, por 200ml de água mineral.
Outras normas e resoluções do Ministério de Minas e
Energia e DNPM, relativas à atividade:
1.
•Código de Águas Minerais Decreto Lei Nº 7.841, de
8 de agosto de 1945;
2.
•Código de Mineração - Decreto Lei n° 227, de 28 de
fevereiro de 1967;
3.
•Portaria n.º 117/72-DNPM - Estudo "in
loco" de fontes de Águas Minerais ou potáveis de mesa como condição
indispensável à aprovação do Relatório Final de Pesquisa;
4.
•Portaria n.º 805/78-MME/MS - Estabelece instruções
em relação ao controle e fiscalização sanitária das águas minerais destinadas
ao consumo humano;
5.
•Portaria nº 159/96-DNPM - Importação e
Comercialização de Água Mineral;
6.
•Portaria n.º 222/97-DNPM - Especificações Técnicas
para o Aproveitamento de Águas Minerais e Potáveis de Mesa;
7.
•Portaria n.º 231/98-DNPM - Regulamenta as Áreas de
Proteção das Fontes de Águas Minerais;
8.
•Portaria nº 470/99 - MME - Dispõe sobre as
características básicas dos rótulos das embalagens de águas minerais e potáveis
de mesa;
9.
•Portaria n.º 56/99 - DNPM - Modelos de Formulários
do Relatório Anual de Lavra;•Manual para Elaboração de Relatório Final de
Pesquisa de Água Mineral e Potável de Mesa/94 - DNPM;
10. •Desinfecção
em Captações e Instalações de Envasamento de Água Mineral /01 DNPM/PE;
11. •Testes de
Bombeamento objetivando o Aproveitamento de Águas Minerais em Meio Poroso/01
DNPM/PE.
Outras normas e resoluções do Ministério da Saúde,
ANVISA e Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, relativas à atividade:
1.
•Resolução RDC nº 173, de 13/09/2006, DOU de
15/09/2006 (Agência de Vigilância Sanitária) - Dispõe sobre o Regulamento
Técnico de Boas Práticas para Industrialização e Comercialização de Água
Mineral Natural e de Água Natural e a Lista de Verificação das Boas Práticas
para Industrialização e Comercialização de Água Mineral Natural e de Água
Natural;
2.
•Resolução RDC nº 273, de 22/09/2005, DOU
23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico para
Misturas para o Preparo de Alimentos e Alimentos Prontos para o Consumo";
3.
•Resolução RDC nº 274, de 22/09/2005, DOU
23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico para
Águas Envasadas e Gelo";
4.
•Resolução RDC nº 275, de 22/09/2005, DOU
23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - "Regulamento Técnico de
Características Microbiológicas para Água Mineral Natural e Água Natural";
5.
•Resolução RDC nº 278, de 22/09/2005, DOU
23/09/2005 (Agência de Vigilância Sanitária) - Aprova as categorias de
Alimentos e Embalagens Dispensados e com Obrigatoriedade de Registro;
6.
•Portaria MS nº 1469/00 Secretária de Vigilância
Sanitária; estabelece os procedimentos e responsabilidades Relativos ao
Controle e Vigilância da Qualidade da Água, para Consumo Humano e seu Padrão de
Potabilidade, e dá outras providências;
7.
•Resolução/CONAMA nº 009/90 - Requerer ao Órgão
Ambiental competente a licença de Operação para Pesquisa Mineral.
III – 21.4.4.2.3.4.20. Glossário.
AFLUENTE: curso ou volume de água que contribui
para aumentar outro, no qual desemboca.
ÁGUA MINERAL: água que é proveniente de fontes
naturais ou artificiais e que possui características químicas, físicas ou
físico-químicas que lhes conferem propriedades terapêuticas. Para receber esta
classificação, a água não pode passar por nenhum tipo de tratamento.
ÁGUA SUBTERRÂNEA: em geologia considera-se água
subterrânea toda aquela água que ocupa todos os vazios de uma formação
geológica. Nem toda água que está embaixo da terra é considerada como água
subterrânea por haver uma distinção daquela que ocupa o lençol freático, que é
chamada de água de solo e tem maior interesse para a agronomia e botânica. Um
maciço rochoso ou um solo argiloso pode servir de leito para as águas
subterrâneas, pois permitem que ela se acumule e elimine todos os espaços
vazios do solo.
BOMBEAMENTO: o bombeamento é a extração de água de
um lençol freático ou poço artesiano, no qual a bomba d’água bombeia a mesma
por meio de tubulação adequada, transferindo-a para um reservatório.
FILTRAÇÃO: Processo físico que objetiva a separação
de sólidos de um meio líquido. Consiste na passagem de um líquido através de um
meio poroso e permeável, capaz de reter as partículas sólidas.
HIDROLOGIA: ciência que estuda a ocorrência,
distribuição e movimentação da água no planeta Terra. A definição atual deve
ser ampliada para incluir aspectos de qualidade da água, ecologia, poluição e
descontaminação.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL: procedimento no qual o
poder público, representado por órgãos ambientais, autoriza e acompanha a
implantação e a operação de atividades, que utilizam recursos naturais ou que
sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras. A licença ambiental é
um documento com prazo de validade definido.
LICENÇA PRÉVIA (LP): é a primeira etapa do
licenciamento, em que o órgão responsável de fiscalização avalia a localização
e a concepção do empreendimento, atestando a sua viabilidade ambiental e
estabelecendo os requisitos básicos para as próximas fases. Nesta etapa, são
definidos todos os aspectos referentes ao controle ambiental dos
empreendimentos. De início o órgão licenciador determina se a área sugerida
para a instalação é tecnicamente adequada. A LP tem um prazo máximo de validade
de 1 ano.
LICENÇA DE INSTALAÇÃO (LI):uma vez detalhado o
projeto inicial e definidas as medidas de proteção ambiental, deve ser
requerida a Licença de Instalação (LI), cuja concessão autoriza o início da
construção do empreendimento e a instalação dos equipamentos. A execução do
projeto deve ser feita conforme o modelo apresentado. Qualquer alteração na
planta ou nos sistemas instalados ou nos processos de beneficiamento deve ser
formalmente enviada ao órgão licenciador para avaliação. A LI tem um prazo de
validade máximo de até 2 anos.
LICENÇA DE OPERAÇÃO (LO): a licença de operação
autoriza a atividade. Essa deve ser requerida quando a empresa estiver
edificada e após a verificação da eficácia das medidas de controle ambiental
estabelecidas nas condicionantes das licenças anteriores. Nas restrições da LO,
estão determinados os métodos de controle e as condições de operação. A LO tem
um prazo de validade máximo de até 2 anos. A LO deve ser requerida quando o
empreendimento estiver instalado e pronto para operar (licenciamento
preventivo).
PISTONEAMENTO: passagem de êmbolo para provocar
pressão negativa no interior do poço. Serve para desobstruir filtros e zonas de
produção de água.
POÇO ARTESIANO: refere-se à água que emerge, sob
pressão natural, acima do aquífero que a contém. Diz-se dos poços que produzem
água espontaneamente, também chamados de “jorrantes”. PH: o pH refere-se a uma
medida que indica se uma solução líquida é ácida (pH 7), neutra (pH = 7), ou
básica/alcalina (pH 7). Uma solução neutra só tem o valor de pH = 7 à 25 °C, o
que implica variações do valor medido conforme a temperatura.
SAIS MINERAIS: os minerais são nutrientes com
função plástica e reguladora do organismo. É necessário ingerir cálcio e
fósforo em quantidades suficientes para a constituição do esqueleto e dos
dentes. Outros minerais, como o iodo e o flúor, apesar de serem necessários
apenas em pequenas quantidades, previnem o aparecimento de doenças como a cárie
dentária e o bócio. Uma alimentação pobre em ferro provoca anemia (falta de
glóbulos vermelhos no sangue). O excesso de sódio, provocado pela ingestão
exagerada de sal, aumenta o risco de doenças cardiovasculares e é um dos
responsáveis pela hipertensão.
TOPOGRAFIA: topografia (do idioma grego topos,
lugar, região, e graphein, descrever: "descrição de um lugar") é a
ciência que estuda todos os acidentes geográficos, definindo a situação e a
localização deles pode ficar em qualquer área. Tem a importância de determinar
analiticamente as medidas de área e perímetro, localização, orientação,
variações no relevo, etc e ainda representá-las graficamente em cartas (ou
plantas) topográficas.
LENÇOL FREÁTICO: lençol freático (do grego phréar +
atos, significa "reservatório de água", "cisterna") é o
nome dado à superfície que delimita a zona de saturação da zona de aeração,
abaixo da qual a água subterrânea preenche todos os espaços porosos e
permeáveis das rochas ou dos solos ou ainda de ambos ao mesmo tempo. A ciência
que estuda o escoamento subterrâneo e o escoamento superficial da água na
natureza é a Hidrologia.
VASILHAME: recipiente destinado ao acondicionamento
de líquido. Vasilha.
VAZÃO: é o volume de água produzido por uma fonte
em uma unidade de tempo.
VAZÃO ESPECÍFICA: vazão extraída para cada unidade
de rebaixamento do nível de água (m³/h/m).
III – 21.4.4.2.3.4.21.
Dicas de Negócio.
Para a abertura e operação de um negócio de
Engarrafamento de Água Mineral, o empresário deve realizar uma pesquisa prévia
sobre:
c) Concorrentes locais;
d) Mercado consumidor: características do público a
ser atingido, como preferências por marcas e produtos, poder aquisitivo, pontos
de fluxo de pessoas, períodos do ano de maior consumo, etc.;
e) Possíveis pontos de venda;
f) Meios viáveis de divulgação.
O empreendedor deverá estar sempre atento às
condições de higiene de suas instalações, tanto na área de produção como
estoques e veículos de transporte.
Um bom acompanhamento de mercado, com monitoramento
de concorrentes, de tendências do setor, inovações de produtos e participação
em feiras e eventos, trazem ferramentas valiosas para a determinação de
estratégias para o negócio.
III – 21.4.4.2.3.4.22.
Características Específicas do Empreendedor.
Algumas das características importantes para o
empreendedor no ramo de engarrafamento de água mineral são:
a.
Boa capacidade
analítica, para observar as normas técnicas necessárias no setor de atuação;
b.
Capacidade de
negociação, para o estabelecimento de negócios e parcerias em geral, sempre com
foco em vendas, redução de custos e ampliação do negócio;
c.
Sociabilidade
e liderança, para saber lidar com seus funcionários e motivá-los para
apresentarem um bom nível de produtividade;
d.
Senso de
limpeza e higiene, para obedecer às normas do setor e evitar problemas de
fiscalização e não conformidades internas;
e.
Senso de
organização e objetividade, para poder controlar e administrar a empresa de
forma eficiente;
f.
Boa capacidade
de administração do tempo, para priorizar as ações mais importantes e imediatas
para sua empresa.
Além disso, é importante que o empreendedor tenha
aptidão para o negócio e vontade de aprender buscando informações em centros
tecnológicos, cursos, livros e revistas especializadas ou junto a pessoas que
atuam na área.
É importante ressaltar que pesquisando e observando
seus concorrentes, conhecendo bem o gosto de seus clientes, o empreendedor
conseguirá desenvolver novos projetos e novos produtos para aumentar o seu
mercado consumidor.
III – 21.4.4.2.3.4.23. Fonte de Recurso.
Provido de recursos federais, os recursos geridos
pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) destinam-se ao financiamento de
investimentos de longo prazo e, de forma complementar, capital de giro ou
custeio. A contratação e a liberação dos recursos são feitas mediante diversos
bancos comerciais, bancos de investimento e bancos múltiplos. Como exemplos de
instituições repassadoras, citam-se: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal,
Bancos estaduais, Bancos de desenvolvimento regionais, Banco Santander,
Bradesco, Itaú, entre outros.
Dentre os principais programas de financiamento
disponíveis à maioria dos empreendimentos, destacam-se:
1. - BNDES
Finame: financiamento para produção e aquisição de máquinas e equipamentos
novos, de fabricação nacional;
2. - BNDES
Automático: financiamento a projetos gerais de investimento (equipamentos,
obras civis, capital de giro etc.);
3. - BNDES:
Investimentos: Aporte maior que o automático, faz financiamento a projetos
gerais de investimento (equipamentos, obras civis, capital de giro etc.),
4. - BNDES:
Inovação financiamento a projetos inovadores (equipamentos, obras civis,
capital de giro etc.),
Para aquisição de mais informações, consultar o
site do BNDES.
O empreendedor pode buscar junto às agências de
fomento linhas de crédito que possam ser utilizadas para ajudá-lo no início do
negócio. Algumas instituições financeiras também possuem linhas de crédito
voltadas para o pequeno negócio e que são lastreadas pelo Fundo de Aval às
Micro e Pequenas Empresas (Fampe), em que o Sebrae pode ser avalista
complementar de financiamentos para pequenos negócios, desde que atendidas
alguns requisitos preliminares.
Maiores informações podem ser obtidas na página do
Sebrae na web: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/fundo-de-aval-do-sebrae-oferece-garantia-para-ospequenos-negocios,ac58742e7e294410VgnVCM2000003c74010aRCRD
III – 21.4.4.2.3.4.24. Planejamento Financeiro.
Ao empreendedor não basta vocação e força de
vontade para que o negócio seja um sucesso.
Independentemente do segmento ou tamanho da
empresa, necessário que haja um controle financeiro adequado que permita a
mitigação de riscos de insolvência em razão do descasamento contínuo de
entradas e saídas de recursos. Abaixo, estão listadas algumas sugestões que
auxiliarão na gestão financeira do negócio:
III – 21.4.4.2.3.4.24.1 - FLUXO DE CAIXA.
O controle ideal sobre as despesas da empresa é
realizado por meio do acompanhamento contínuo da entrada e da saída de dinheiro
através do fluxo de caixa. Esse controle permite ao empreendedor visão ampla da
situação financeira do negócio, facilitando a contabilização dos ganhos e
gestão da movimentação financeira.
A medida que a empresa for crescendo, dificultando
o controle manual do fluxo de caixa, tornando difícil o acompanhamento de todas
as movimentações financeiras, o empreendedor poderá investir na aquisição de
softwares de gerenciamento.
III – 21.4.4.2.3.4.24.2 -
PRINCÍPIO DA ENTIDADE.
O patrimônio da empresa não se mistura com o de seu
proprietário. Portanto, jamais se deve confundir a conta pessoal com a conta
empresarial, isso seria uma falha de gestão gravíssima que pode levar o negócio
à bancarrota. Ao não separar as duas contas, a lucratividade do negócio tende a
não ser atingida, sendo ainda mais difícil reinvestir os recursos, gerados pela
própria operação. É o caminho certo para o fracasso empresarial.
III – 21.4.4.2.3.4.24.3 - DESPESAS.
O empreendedor deve estar sempre atento para as
despesas de rotina como água, luz, material de escritório, internet, produtos
de limpeza e manutenção de equipamentos. Embora pequenas, o seu controle é
essencial para que não reduzam a lucratividade do negócio.
III – 21.4.4.2.3.4.24.4 - RESERVAS/PROVISÕES.
Esse recurso funcionará como um fundo de reserva, o
qual será composto por um percentual do lucro mensal - sempre que for auferido.
Para o fundo de reserva em questão, poderá ser estabelecido um teto máximo.
Quando atingido, não haverá necessidade de novas alocações de recursos,
voltando a fazê-las apenas no caso de recomposição da reserva utilizada. Esse
recurso provisionado poderá ser usado para cobrir eventuais desembolsos que
ocorram ao longo do ano.
III – 21.4.4.2.3.4.24.5 -
EMPRÉSTIMOS.
Poderão ocorrer situações em que o empresário
necessitará de recursos para alavancar os negócios. No entanto, não deverá
optar pela primeira proposta, mas estar atento ao que o mercado oferece,
pesquisando todas as opções disponíveis. Deve te cuidado especialmente com as
condições de pagamento, juros e taxas de administração. A palavra-chave é
renegociação, de forma a evitar maior incidência de juros.
III – 21.4.4.2.3.4.24.6 - OBJETIVOS.
Definidos os objetivos, deve-se elaborar e
implementar os planos de ação, visando amenizar erros ou definir ajustes que
facilitem a consecução dos objetivos financeiros estabelecidos.
III – 21.4.4.2.3.4.24.7 - UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES.
As novas tecnologias são de grande valia para a
realização das atividades de gerenciamento, pois possibilitam um controle
rápido e eficaz. O empreendedor poderá consultar no mercado as mais variadas
ferramentas e escolher a que mais adequada for a suas necessidades.
III – 21.4.4.2.3.4.25 - Produtos e Serviços – Sebrae.
Aproveite as ferramentas de gestão e conhecimento
criadas para ajudar a impulsionar o seu negócio. Para consultar a programação
disponível em seu estado, entre em contato pelo telefone 0800 570 0800.
Confira as principais opções de orientação
empresarial e capacitações oferecidas pelo Sebrae:
Cursos online e gratuitos - http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline
Para desenvolver o comportamento empreendedor.
Empretec - Metodologia da Organização das Nações
Unidas (ONU) que proporciona o amadurecimento de características
empreendedoras, aumentando a competitividade e as chances de permanência no
mercado: http://goo.gl/SD5GQ9
Para quem quer começar o próprio negócio.
As soluções abaixo são uteis para quem quer iniciar
um negócio. Pessoas que não possuem negócio próprio, mas que querem estruturar
uma empresa. Ou pessoas que tem experiência em trabalhar por conta própria e
querem se formalizar.
Plano de Negócios - O plano irá orientá-lo na busca
de informações detalhadas sobre o ramo, os produtos e os serviços a serem
oferecidos, além de clientes, concorrentes, fornecedores e pontos fortes e
fracos, construindo a viabilidade da ideia e na gestão da empresa:
http://goo.gl/odLojT
III – 21.4.4.2.3.4.25.1 - Para quem quer inovar.
Ferramenta Canvas online e gratuita - A metodologia
Canvas ajuda o empreendedor a identificar como pode se diferenciar e inovar no
mercado: https://www.sebraecanvas.com/#/
Sebraetec - O Programa Sebraetec oferece serviços
especializados e customizados para implantar soluções em sete áreas de
inovação: http://goo.gl/kO3Wiy
ALI - O Programa Agentes Locais de Inovação (ALI) é
um acordo de cooperação técnica com o CNPq, com o objetivo de promover a
prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte:
http://goo.gl/3kMRUh
III – 21.4.4.2.3.4.25.2 - Para quem busca informações.
Informações mercadológicas e sobre negócios são
imprescindíveis na tomada de decisão, Nos sites abaixo encontrarão muitas
respostas.
https://sebraeinteligenciasetorial.com.br/
http://sebraemercados.com.br/sim/
III – 22. – Iconografia Contextualizada.
III – 23. – Site direcionado para o Curso.
https://www.vanagua.com.br/videos/
1
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TV Ofertas" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay;
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2
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3
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6
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III -24. – Referência Constitucional ao meio ambiente.
Presidência
da República - Casa Civil - Subchefia para Assuntos Jurídicos
CONSTITUIÇÃO
DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
PREÂMBULO
Nós,
representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte
para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos
direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o
desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade
fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e
comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das
controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA
REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
TÍTULO I
Dos Princípios Fundamentais
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união
indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em
Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores
sociais do trabalho e da livre
iniciativa; (Vide
Lei nº 13.874, de 2019)
Parágrafo único. Todo o poder emana do
povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos
termos desta Constituição.
Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o
Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do
Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a
pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem,
raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações
internacionais pelos seguintes princípios:
II - prevalência dos
direitos humanos;
III -
autodeterminação dos povos;
V - igualdade entre os Estados;
VII - solução
pacífica dos conflitos;
VIII - repúdio ao
terrorismo e ao racismo;
IX - cooperação entre
os povos para o progresso da humanidade;
X - concessão de asilo político.
Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a
integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina,
visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
TRATO
CONEXO DO ASSUNTO AQUI ABORDADO, NESTE CAPÍTULO III.
CAPÍTULO VI
DO MEIO AMBIENTE
Art. 225. Todos têm direito ao meio
ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever
de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.
§ 1º Para assegurar a efetividade
desse direito, incumbe ao Poder Público:
I - preservar e restaurar os
processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e
ecossistemas; (Regulamento)
II - preservar a diversidade e
a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades
dedicadas à pesquisa e manipulação de material
genético; (Regulamento) (Regulamento) (Regulamento) (Regulamento)
III - definir, em todas as
unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente
protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei,
vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que
justifiquem sua proteção; (Regulamento)
IV - exigir, na forma da lei,
para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa
degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará
publicidade; (Regulamento)
V - controlar a produção, a
comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem
risco para a vida, a qualidade de vida e o meio
ambiente; (Regulamento)
VI - promover a educação
ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a
preservação do meio ambiente;
VII - proteger a fauna e a flora,
vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função
ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a
crueldade. (Regulamento)
VIII - manter regime
fiscal favorecido para os biocombustíveis destinados ao consumo final, na forma
de lei complementar, a fim de assegurar-lhes tributação inferior à incidente
sobre os combustíveis fósseis, capaz de garantir diferencial competitivo em
relação a estes, especialmente em relação às contribuições de que tratam a
alínea "b" do inciso I e o inciso IV do caput do art. 195 e o art.
239 e ao imposto a que se refere o inciso II do caput do art. 155 desta
Constituição. (Incluído
pela Emenda Constitucional nº 123, de 2022)
VIII - manter regime fiscal
favorecido para os biocombustíveis e para o hidrogênio de baixa emissão de
carbono, na forma de lei complementar, a fim de assegurar-lhes tributação
inferior à incidente sobre os combustíveis fósseis, capaz de garantir
diferencial competitivo em relação a estes, especialmente em relação às
contribuições de que tratam o art. 195, I, "b", IV e V, e o art. 239
e aos impostos a que se referem os arts. 155, II, e
156-A. (Redação
dada pela Emenda Constitucional nº 132, de 2023)
§ 2º Aquele que explorar recursos
minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com
solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei.
§ 3º As condutas e atividades
consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas
ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da
obrigação de reparar os danos causados.
§ 4º A Floresta Amazônica
brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a
Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da
lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente,
inclusive quanto ao uso dos recursos
naturais. (Regulamento) (Regulamento)
§ 5º São indisponíveis as terras
devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias
à proteção dos ecossistemas naturais.
§ 6º As usinas que operem com
reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que
não poderão ser instaladas.
§ 7º Para fins do disposto na
parte final do inciso VII do § 1º deste artigo, não se consideram cruéis as
práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações
culturais, conforme o § 1º do art. 215 desta Constituição Federal, registradas
como bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro,
devendo ser regulamentadas por lei específica que assegure o bem-estar dos
animais envolvidos. (Incluído
pela Emenda Constitucional nº 96, de 2017)
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